Cavaco "não teve" sentido de Estado, nem de nada

Macron, o modelo de "contenção" cavaquista, está com níveis de popularidade abaixo do anterior presidente (segunda imagem), abrindo portas à extrema-direita, que acabará, da noite para o dia, com a UE, de que Cavaco foi tão entusiasta (só foi pena não ter atuado para que os triliões que "choveram" de fundos comunitários, não tivessem sido "investidos" em "carrões", "villas" com piscinas e em empresas que promoveram formações inúteis e/ou "fantasmas"... Além de ter permitido que o lugar tivesse perdido as pescas e a agricultura a favor dos espanhóis, nomeadamente. Também é pena que em tantos anos - décadas! - como primeiro-ministro e presidente da república não se desse conta da brutal corrupção que corrói o lugar, assim como dos crimes contra a dignidade e a vida das pessoas, que acontecem com uma frequência macabra neste país - e não tivesse tido um papel de relevo no combate a esses cancros, responsáveis pela "decadência irreversível" do lugar. Na imagem imediatamente a seguir temos uma entrevista imaginária com um destacado representante dos tempos áureos do cavaquismo, ou mais concretamente, o seu líder parlamentar, que muito se fartava de elogiar o "grande líder" Cavaco, então primeiro ministro:



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