Até nisto Portugal é um lugar disfuncional

Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género só recebeu cinco queixas sobre acesso a bens e serviços em 2017 e todas foram motivadas por alegada discriminação de homens

[Num país onde em locais de trabalho maioritariamente femininos os chefes são homens, onde o desiquilíbrio de géneros é de nível "latino-americano", ou seja, terceiro-mundista, a peça do Público só dá notícia da radical disfuncionalidade do lugar]

[A lista de pedófilos, nome pelo qual é conhecido o Registo de Condenados por Crimes Sexuais contra Crianças, do Ministério da Justiça, contava no início de agosto com 5252 nomes. (trata-se da lista dos que foram efetivamente condenados em Portugal, nela não constando, por exemplo, os criminosos pedófilos que entram no país entre as hordas de brasileiros que chegam sistematicamente a Portugal, para ficarem ou aproveitarem a livre circulação no espaço Shengen, nem os outros criminosos provindos da área Shengen, sobre os quais não há o menor controle). Note-se que a reincidência entre os pedófilos é elevadíssima e que a reincidência dos pedófilos que atacam crianças do mesmo sexo (pedófilos gay) é seis vezes superior à dos outros. Sobre a entrada massiva de brasileiros deve ser relembrado, primeiro, que o país que lhes concedeu o primeiro visto Shengen será o país para onde serão "repatriados" por questões de segurança ou em caso de colapso da comunidade europeia; segundo, estão a entrar em Portugal brasileiros de idade já avançada, que poderão vir a ser mais uma sobrecarga para o sistema de segurança social e para o serviço nacional de saúde, para além de incrementarem o envelhecimento da população portuguesa. Certo. Façam-se exceções para os "cérebros"... só que estou em crer preferirão outras paragens (exceto os "cérebros" de quinta categoria, que não encontrarão melhor escape.m). Terceiro, a entrada de brasileiros, e outros imigrantes, homens, para além da incerteza dos seus antecedentes criminais (mesmo que tragam um registo criminal limpo, vêm de países onde, pagando, o sujo transforma-se em "limpo"...), não contribuirá para a resolução do problema da falta de natalidade em Portugal. Muito antes pelo contrário já que vão aprofundar o problema da falta de natalidade e do equilíbrio do sistema de segurança social, para não referir mentalidades que poderão estar no oposto do "ideal cultural europeu" de que Portugal se deveria aproximar - claro que com o escancarar das portas a uma imigração masculina, originária de culturas ideologicamente  anti-europeias, o tal ideal está em colapso, faltando ver o que irá acontecer: também devido a esta incerteza Portugal deveria ser extremamente prudente no que respeita à entrada de extra-europeus, pois se os de "leste" só têm direito de permanecer em Portugal e nos outros países da UE devido unicamente à existência da mesma uniāo de europeia, os não europeus ficam "vinculados" a quem lhes der o primeiro visto Shengen. Não falando dos que entretanto conseguiram a nacionalidade portuguesa... A Alemanha fez um grande figurão em receber um milhão de refugiados... Mas esses refugiados só o serão enquanto o país de proveniência fôr considerado em guerra. Por outras palavras: não adquiriram qualquer direito e quando a "comunidade internacional" achar que o país de origem já não se encontra em guerra serão reenviados para os respectivos países. Quanto à discriminação positiva da imigração de mulheres jovens não é preciso elaborar muito. Segundo Lacan a estrutura psíquica das mulheres é dotada de uma flexibilidade que a dos homens não tem, e quanto mais jovens mais capacitadas para se libertarem das deformaçōes culturais das culturas de origem. Também são as mulheres jovens as vítimas quer de casamentos forçados quer de violência sistemática. Portanto não é necessário teorizar-se muito para se promover uma política de imigração que sirva o país e que proteja simultaneamente as principais vítimas das sociedades latino-americanas, onde os números da violência contra as mulheres são aterradores, e outras que são, por "essência" e "ideologia", liminarmente opostas aos "valores europeus", por mais relativos que estes possam ser] [neste crime abjeto, que revela um grau de perversidade só presente nos grandes psicopatas, vemos que o assassino masculino dá pelo nome de "Iuri"]

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