Foi explorar “uma gruta muito difícil na Arrábida” e não voltou

Francisco Rasteiro é presidente Núcleo de Espeleologia da Costa Azul (NECA), lembra-se da história de Tiago João e em 1994 foi ouvido pela Polícia Judiciária, que lhe pediu ajuda para perceber onde podia estar o corpo nas grutas da serra. “Naquela gruta, o mar entra à bruta e destrói tudo. Aliás, é a única em que sei de uma outra história, a de um pescador que morreu lá. Mas a história desse rapaz nunca ficou muito bem contada”, 

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