Escravos do Tejo

São mais de mil. Todos os dias apanham no Tejo toneladas de amêijoas japonesas, contaminadas mas que geram milhões. Não para eles. Tailandeses e romenos são controlados por redes que começam no estuário e terminam na Galiza. Pelo caminho há agressões, armas, furtos, falsificações, fraude fiscal, atentados à saúde pública, exploração laboral e suspeitas de tráfico humano. “Escravos do Rio”, de Raquel Moleiro e publicado na revista E do Expresso no final do ano passado, foi um dos três trabalhos distinguidos na 20ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença

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