Procurador@s não querem extraditar Puigdemont fundamentad@s em conceitos fascistas *

“Não podemos baixar a guarda face a um Estado que é cada vez mais autoritário”, diz Puigdemont, na gravação da conversa que foi disponibilizada à rádio pública catalã. E depois de alguns episódios de violência entre manifestantes e a polícia em Barcelona, acrescentou: “Vamos continuar a agir da mesma maneira de sempre, de uma forma civilizada e não violenta,

* conceito de "alta traição" no código penal alemão é o mesmo do tempo de Hitler.

Pós nota: afinal vai ser libertado porque não pode ser extraditado pelo crime de "sedição", que só existe para no pensamento fascista dos espanhóis. Também não será extraditado pelo crime de alta traição, que é um conceito nazi-fascista. A pressão mundial e o espectro do colapso da pouca união europeia fez a justiça alemã pensar duas vezes. Além de que a extradição de um presidente da Catalunha, em 1940, pelos nazis da Gestapo, que seguidamente os criminosos franquistas assassinaram, não foi esquecida.

Resta a surrealista ideia de o extraditarem por corrupção (usaram dinheiros do Estado para concretizarem o referendo...). Primeiro, o referendo correspondeu a um ato de exercício da democracia e da auscultação da opinião dos contribuintes da Catalunha. Segundo, a Catalunha paga mais que recebe de Espanha, logo foram usados recursos da própria Catalunha. Se acontecer uma extradição fundamentada nessa farsa argumentativa tod@s estaremos muito conscientes que foi um truque da justiça germânica para evitar uma extradição com fundamento no conceito nazi-fascista de alta-traição e o resultado será parecido, pois a vergonhosa "justiça" espanhola pode condenar o ex-presidente catalão a 9 anos de prisão (por "rebelião" seriam 30, numa Espanha que afinal só é democrática de fachada).

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