O consulado de Sócrates e do seu governo foi demasiado nefasto para o país

A promiscuidade entre economia e política foi levada a um extremo e a um grau que a todos deve indignar. Uma prática a ser repudiada da esquerda à direita e de uma vez por todas os partidos da Assembleia da República. Os partidos devem adoptar estratégias firmes contra a corrupção”, remata Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto.


Manuel Carvalho da Silva destaca que o país democrático nunca passou por nada semelhante, “é de loucos”, afirma o sociólogo. “O que veio a público demonstra comprovadamente que se chegou ao grau zero em todo este processo de compadrios. Em segundo lugar, pela acção que Manuel Pinho desempenhou no enquadramento, na definição de regras, no estabelecimento dos contratos não fica a dúvida de que beneficiou”, diz.
“Beneficiou tendo em conta o pronunciamento do orgão regulador que já veio dizer ser preciso reduzir estas rendas, porque são excessivas. Beneficiou sem dúvida em milhares de milhões de euros. Um ministro a receber salário de uma entidade patronal a que esteve ligado com quem tem compromissos, isto é de loucos!" Isto precisa de um tratamento exemplar

"Há 12 anos, quando tentou criar o crime de enriquecimento ilícito e avançar com medidas preventivas da corrupção, (João) Cravinho diz ter sido travado ao mais alto nível. No PS alguns achavam que era uma questão exagerada e populista." Expresso, 28 abril 2018, pag 12

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