Nem os titulares da Cultura nos anos da troika terão gerado uma tão unânime contestação

um modelo em que ninguém parece rever-se e que resultou na exclusão de companhias de referência como a Casa Conveniente de Mónica Calle ou a Circolando, dispensou dois dos principais festivais do Porto – o Festival de Teatro de Expressão Ibérica e o Festival Internacional de Marionetas – e praticamente apagou do mapa uma cidade como Coimbra, deixando sem quaisquer apoios não apenas as duas companhias de teatro profissionais, A Escola da Noite e O Teatrão, mas também a Orquestra Clássica do Centro ou a associação Encontros de Fotografia, que gere o Centro de Artes Visuais.

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