Do terceiro-mundo, corrupto, desigual, em "decadência irreversível"...


[que credibilidade pode ter um sujeito que acaba com 11 valores uma licenciatura conseguida numa universidade privada - 11 valores numa universidade privada de terceiro plano - e que, para saltar (ainda mais) em frente, pois é figura pública na política e, por consequência, "professor convidado" de universidades privadas, inventa vínculos ficcionais a uma universidade de prestígio internacional? No obscuro terceiro-mundo estas situações, ou similares** (para não falamos das trafulhices que ganharam "consistência" *), acontecem com uma disfuncional regularidade, pois, afinal, estes são os chicos-espertos que sem a "ascensão" que, através da política, conseguiram, estariam reduzidos a inventar mais Tecnoformas para continuarem a sacar dinheiro dos fundos europeus, estes, e antes destes outros similares, são os chicos-espertos que têm mantido Portugal num terceiro-mundismo travestido de europeísmo!] [enquanto a mediocridade institucionalizada grassa no obscuro terceiro-mundo, a genialidade, ou parte dela, desaparece: 14 de Março, dia em que nasceu Einstein, o "dia Pi"]

[* em Portugal qualquer ato administrativo que não seja refutado no prazo de um ano, ganha "consistência", ou seja, se a licenciatura, dada por "equivalências", de um certo sujeito, não tivesse sido descoberta (porque se tratava de uma conhecida figura pública, da política, senão a "coisa" até teria passado...) e contestada no prazo de um ano, ele ficaria legalmente com ela - e todos os outros, mais ou menos anónimos, cujas trafulhices não foram desmascaradas e refutadas no prazo de um ano e agora estão muito bem enquistados - até em universidades públicas, pagas pelo dinheiro dos contribuintes?!]

** questionando por que se optou pelo grau de catedrático em vez de associado. “Se se põem a pensar ‘ele foi primeiro-ministro e por isso não pode ficar abaixo dos outros’, então estamos mal. A universidade não pode ficar refém de decisões baseadas em mérito político.”

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