Pelos vistos mais importante para Cândida Almeida, a TVI detetou documentos como o pedido de um jornalista para consulta do processo

Cândida Almeida, ao contrário do que disse em tribunal, sabia perfeitamente que o antigo magistrado tinha mandado destruir todas as referências feitas ao ex-vice presidente de Angola.

Até aqui tudo bem, com exceção de a TVI não ter encontrado, estranhamente, os 22 documentos dos rendimentos de Manuel Vicente. Documentos que provam que o “número dois” de Angola tinha dinheiro para comprar vários apartamentos no Estoril e que justificam o arquivamento do caso.
Em contrapartida, e pelos vistos mais importante para Cândida Almeida, a TVI detetou documentos como o pedido de um jornalista para consulta do processo e que a ex-diretora do DCIAP considerou mais relevante e, por isso, o juntou ao dossiê.
Ou seja, Cândida Almeida não só sempre soube de tudo, como concordou, pelos vistos, com todas as decisões de Orlando Figueira, agora acusado de ter sido subornado por Manuel Vicente, a troco do arquivamento de um processo em que o ex-vice-presidente de Angola, era suspeito de branqueamento de capitais.

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