Ex-torcionários a elogiarem os crimes que cometeram e uma juíza a chamar a isso "liberdade de expressão"

Numa carta de repúdio pela decisão da juíza Daniela Conceição, 25 organizações, entre as quais o Grupo Tortura Nunca Mais e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, sublinharam que a mensagem do "Bloco Porão do DOPS" diz respeito a um período violento e recente no Brasil: "A exaltação da tortura e dos torturadores, como pretende o bloco carnavalesco, nos traz um triste precedente jurídico, já que incorpora a tortura ao cotidiano brasileiro, a ponto de festejá-la no Carnaval", escreveram os responsáveis daquelas organizações.

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