Um em cada seis homens abusado na infância (JN) *
Aqui temos a verdadeira "peculiaridade" do lugar, a explicação principal das monstruosidades generalizadas, que, no passado, já conduziram à perca da independência, com dom Sebastião, também um abusado, "peculiaridade" essa que é a causa da "decadência irreversível" do lugar, de que falava José Saramago, e que conduzirá ao fim do lugar em termos práticos, pois Portugal pode continuar a existir, com o mesmo nome mas desprovido de "adn" e totalmente dirigido a partir do exterior. Ainda que se pense que isso já acontece hoje, não, não acontece: os "portugueses de gema" (seja lá o que isso fôr...) vão desaparecendo (o que não é uma coisa má para o mundo) mas o lugar continua em auto-regulação.
* a "pandemia" será muito mais ampla e generalizada que o número "sêco" (sem ser escalpelizado) apresenta. A "normalização" de "desvios", agora apresentados como "opção", "frequentemente" (se o assunto fosse devidamente investigado e tratado ficava-se a conhecer a "frequência"...) causadas diretamente por abusos na infância (caso do rei gay Sebastião), ou na juventude, assim como a "crença" (já que não foi investigada e estudada com consistência) de que um abusado é um "potêncial" abusador, para além de não se ter uma estatística e um retrato fiável dos abusadores (no Público, já que do JN só li o título, não aparece a percentagem de homens que abusaram os outros homens, quando crianças ou jovens adultos, o que é uma falha grave pois, das estatísticas conhecidas, sabe-se que os abusadores são homens em mais de 95% dos casos; no entanto a peça do Público dá-nos uma ideia das denúncias: uns meros 4%...), nomeadamente porque as denúncias correspondem a uma fração ínfima dos atos criminosos, existindo gente com elevada formação que não denuncia nem irá denunciar (eventualmente porque se deixaram abusar quando já eram jovens adultos e os abusadores lhes garantiram boas "posições", além de que devem gostar da "opção" que o abuso que sofreram os condicionou). Depois existe o cancro da cumplicidade ("metade" da população portuguesa comete crimes que são encobertos pela outra metade...), levando-me a acreditar que há muito se ultrapassou o ponto de "não solução", vinda de um "lugar", "minado" pela brutalidade perversa e criminal. Lugar que, evidentemente, shrinks...
* a "pandemia" será muito mais ampla e generalizada que o número "sêco" (sem ser escalpelizado) apresenta. A "normalização" de "desvios", agora apresentados como "opção", "frequentemente" (se o assunto fosse devidamente investigado e tratado ficava-se a conhecer a "frequência"...) causadas diretamente por abusos na infância (caso do rei gay Sebastião), ou na juventude, assim como a "crença" (já que não foi investigada e estudada com consistência) de que um abusado é um "potêncial" abusador, para além de não se ter uma estatística e um retrato fiável dos abusadores (no Público, já que do JN só li o título, não aparece a percentagem de homens que abusaram os outros homens, quando crianças ou jovens adultos, o que é uma falha grave pois, das estatísticas conhecidas, sabe-se que os abusadores são homens em mais de 95% dos casos; no entanto a peça do Público dá-nos uma ideia das denúncias: uns meros 4%...), nomeadamente porque as denúncias correspondem a uma fração ínfima dos atos criminosos, existindo gente com elevada formação que não denuncia nem irá denunciar (eventualmente porque se deixaram abusar quando já eram jovens adultos e os abusadores lhes garantiram boas "posições", além de que devem gostar da "opção" que o abuso que sofreram os condicionou). Depois existe o cancro da cumplicidade ("metade" da população portuguesa comete crimes que são encobertos pela outra metade...), levando-me a acreditar que há muito se ultrapassou o ponto de "não solução", vinda de um "lugar", "minado" pela brutalidade perversa e criminal. Lugar que, evidentemente, shrinks...