A violação da burra Carolina e outras monstruosidades inenarráveis

"O método é sempre o mesmo e a última vez foi na madrugada de terça-feira. Encontrei as portas do curral arrombadas e um balde junto às patas", contou o dono ainda abalado com os maus-tratos ao animal. Além de ter amarrado a burra ‘Carolina’, o indivíduo atou a cauda do animal com uma corda, que acabou por cortá-la. "Ela era muito meiga e agora está sempre a assustar-se. Já não é a mesma"

Já em 2014, a rapariga tinha denunciado o pai como seu abusador sexual à escola, instituição que resolveu fazer um apuramento dos factos confrontando o homem, que negou. A menina acabaria por referir que tinha mentido. O juiz criticou a atuação da escola nesta situação, considerando que deveria ter chamado as autoridades.

O Ministério Público (MP) acusou um homem de, entre 2015 e 2017, abusar sexualmente da sua filha menor adotiva, de 13 anos, que acabou por engravidar, informou esta terça-feira a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto. Na sua página oficial, a PGD do Porto referiu que entre janeiro de 2015 e julho de 2017, o arguido manteve "por diversas vezes" contactos e relações sexuais, nomeadamente de cópula completa, com a filha menor que adotara

Marília já tinha apresentado duas queixas na GNR por violência doméstica e que estavam no Ministério Público de Aveiro, mas revelaram-se insuficientes para a salvar. Na terça-feira, o marido, Hélio Almeida, de 68 anos, matou- -a com uma facada no peito. Depois ingeriu veneno, mas foi hospitalizado e deverá sobreviver. Marília Costa, de 66 anos, morreu no local. É a terceira mulher morta pelo marido este ano.

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