O facto de muitas das vítimas serem "burras" não iliba os criminosos *
O magistrado não considerou crível que "após 4 anos de (pretensos) abusos, agressões, privações da liberdade, ameaças, a assistente aceitasse construir uma casa com recurso a crédito bancário (...) ou que aceitasse engravidar".
* a "burrice", mesmo que extrema, não é crime. Agredir não só é crime como é um crime público. Quem protege os criminosos é cúmplice, sendo por isso também criminos@. Juíz@s dest@s estão entre os principais responsáveis pelo estado a que isto chegou.
Mas, afinal, quem são os portugueses? Os portugueses são os ex-negreiros, traficantes de escravos, que se misturaram (*) com todas as raças e etnias com que se cruzaram, tendo "herdado", aparentemente, o pior de todas elas; são os répteis que aplaudem assassinos, como um tal "palito", que em qualquer parte do mundo teria sido condenado à "perpétua" ou, o que seria muito mais decente para os contribuintes e seguro para tod@s, à pena de morte; são os imundos ladrões que não têm escrúpulos em deixar populações isoladas devido ao corte dos postes das comunicações para roubarem o cobre dos cabos. Simultaneamente os portugueses são os vermes que não hesitam em aplaudirem os 30 anos de prisão (quando em Portugal os piores bandidos são condenados no máximo a 25 anos que nunca cumprem na totalidade!) que o governo totalitário de Madrid quer aplicar aos representantes eleitos pelos catalães! São também os viscosos répteis que nos EUA votaram Trump e na França votam Le Pen, pois são tão burr@s, tão burr@s (e isso revela-se no facto de que, pelo menos tanto na Suiça como no Luxemburgo, @s descendentes dos portugueses são quem tem menos sucesso académico - são quem menos chega ao ensino superior - relativamente aos descendentes de todas - literalmente todas - as outras comunidades emigrantes) que se crêem uma casta especial de imigrantes, que não será afetada pelas políticas da extrema direita de essência "arianista", quando estão no fundo da "escala racista", ligeiramente acima dos negros e árabes. Eis o verdadeiro retrato dos portugueses, ao qual haveria que acrescentar a(s) Casa(s) Pia(s), os assédios e abusos constantes, as perversões, a perversidade de "caráter", a corrupção, que, ao contrário daquilo que querem fazer crer, não é exclusiva "dos grandes", um rol infindável de hipocrisia, omissões e mentiras. Aqui está o verdadeiro retrato dos portugueses, que é literalmente oposto ao falso retrato que as "madonas" bilionárias, a gozarem a velhice em Portugal, andam a espalhar pelo mundo. Ha, claro, @s portugues@s são especialistas em "lamber o traseiro" a ric@s e poderos@s... Enquanto, no "primeiro mundo", perversos e abusadores de "primeira categoria" são perseguidos, despedidos e julgados, em Portugal, administradores culturais, de "orquestras de jovens", e até professores, continuam impunes, porque o "caráter" d@s portugues@s é de índole promíscuo e "mafioso": encobrem, porque se envolveram nas piores perversões, para "singrarem"; agora têm "muita vergonha" de denunciarem os abusadores e chantagistas com quem colaboraram, "colaboraram", isto é, a quem venderam o corpo, em relações perversas de conveniência. Por isso, criminosos perversos, "rascas", de vigesima quinta categoria (ainda que possam desempenhar cargos de relevo neste lugar), que em qualquer outro lugar estariam (há muito, porque toda a gente dos respetivos meios conhece as situações), destituídos de funções e a cumprir penas de prisão efectiva, cá, no Portugal dos perversos, da ocultação e do encobrimento criminoso, no Portugal d@s tugas asqueros@s que ameaçam quem tem coragem de denunciar, continuam impunes, provavelmente a exercer funções (o caso dos "seguranças" criminosos, sujeitos que representam o "grau zero" da "humanidade do homem", onde a brutalidade, a bronca ignorância, eventualmente disfarçada com proclamações labregas de pseudo-política, e a bestialidade radical se reforçam mutuamente, demonstra até que ponto o Estado tem de se fortalecer, por um lado e, por outro, se depurar daqueles que, nas "forças da ordem", são corruptos e/ou encobrem os criminosos, para lidar, com a eficácia necessária com o crime organizado, praticado por tugas e encoberto por tugas, sendo que estes criminosos disfarçados de "seguranças" e estas organizações de "segurança", que na realidade são grupos de criminosos bem organizados, devem ser tratadas, para todos os efeitos, como terroristas, pois o que fazem é atacar e aterrorizar as pessoas). Portugal está, desde há muito, numa fase de "decadência irreversível" (não era preciso o José Saramago ter verbalizado isso porque sempre foi bem visível que o lugar está em decadência irreversível: só não dá conta quem, tendo também em "caráter" perverso, acha tudo "normal"). A quantidade de fogos postos que destroem, ano após ano, o país, denota o grau e a quantidade de gente perversa que para disfrutarem do seu pervertido "gozo" não só destroem o país como causam um elevado número de vítimas. O mesmo em relação à quantidade de pedófilos que existem neste país, que necessita de um nova constituição e um novo código penal, adequados a um país recheado de gente anormal, dominados (são quase todos homens) por compulsões criminosas, que causam danos irreversíveis nas vítimas e perpetuam este género de grandes perversões. É função do Estado proteger e prevenir, mas, sobretudo colocar um final definitivo a estas vergonhosas chagas, utilizando os métodos que forem necessários, tendo em conta que os grandes criminosos e grandes perversos não são recuperáveis, sendo uma mentira cúmplice e criminosa, andarem a proclamar que todos os seres são recuperáveis. Juristas e assistentes sociais não têm competências, nem conhecimentos, para debater e muito menos decidir nestas "matérias". Usurpação de funções é crime e se esse crime implicar a prossecução da atividade criminosa daqueles que proclamam como sendo recuperáveis, é também cumplicidade.
Não se vão fazer comparações com países fora da Europa. As estatísticas do Brasil e do México são bem conhecidas: são o inferno na terra, em todos os aspetos, incluindo na generalização das perversões mais escabrosas. Esses países não estão em "decadência" mas em guerra civil permanente, sem um fim à vista (aconteceram mais mortes pela violência no Brasil que na Síria, durante o tempo de guerra civil na última). Mas são estatísticas da "américa-latina", não passíveis de serem utilizadas para comparações com países europeus, da mesma forma que é simplesmente "tonto" compararem-se estatísticas dos países escandinavos com os países do sul da Europa... Quem tomou a decisão política de abrir as portas aos brasileiros, de forma indiscriminada e massiva [graças a um acordo Sócrates/Lula gozam de um estatuto especial na aquisição da nacionalidade portuguesa, e, consequentemente, de circulação e residência no espaço da UE, estatuto esse que, a ser conhecido em pleno pelos países membros da UE (e pelos outros imigrantes que têm de esperar dez anos até poderem solicitar a nacionalidade portuguesa), seria considerado aberrante e inaceitável, ainda que (talvez por isso os países que conhecem o tal "acordo" fechem os olhos) "esteja escrito" e seja bem conhecido de tod@s que, em caso de colapso da UE, ou de "necessidade maior", el@s serão re-encaminhad@s para o país por onde entraram no "espaço Schengen"], será um dia devidamente responsabilizado por um "acordo" que pode vir a criar uma situação catastrófica para Portugal, se atendermos ás largas centenas de milhares (se não milhões) de brasileiros que entraram por Portugal e agora vivem espalhados pelos países "ricos" da UE, onde se habituaram a condições de vida e salariais que jamais teriam em Portugal, mesmo que Portugal tivesse um desempenho económico fabuloso. Em caso de catástrofe devido ao colapso da UE, ou da impossibilidade óbvia de Portugal poder albergar os brasileiros que entraram na Europa através deste país, a "regra de ouro" deve ser os homens serem repatriados e as mulheres, desde que em "idade fértil", registo criminal limpo e não subsistam com base em subsídios do Estado, serem (caso o desejem) mantidas em Portugal, primeiro por "questões humanitárias", já que o Brasil é um dos países do mundo onde há mais violência contra as mulheres, segundo, porque o problema da baixa natalidade em Portugal pode ser solucionado por mulheres em idade fértil, terceiro, porque de acordo com a generalidade dos estudos feitos em todo o mundo (sendo eventualmente as tugas o caso menos expressivo destas diferenças), as mulheres são menos corruptíveis, mais flexíveis, causam incomparavelmente menos situações de violência e têm maior capacidade de adaptação que os homens. Evidentemente que os brasileiros, assim como outros estrangeiros qualificados e com experiência em áreas que o país necessite, desde que apresentem um criminal limpo terão um tratamento diferenciado. Em Portugal há também aquela "comunidade", designada por "feirantes", que se recusou a se integrar, alegando uma "cultura própria", sendo no entanto peritos em "caçar" subsídios do Estado (havia histórias de quem recebesse cá e em Espanha, onde têm familiares e podem indicar um endereço), para além de "alojamento social". Acontece que sendo "feirantes", têm profissão, deveriam pagar impostos e não terem direito automático a subsídios e outros benefícios. Depois, os "politicamente correctos" espantam-se porque há gente nesta "comunidade" que, recebendo subsídios do Estado, têm contas bancárias de centenas de milhares de euros! Tráfico e escravatura de seres humanos, frequentemente debilitados, pelo que se leu em notícias ao longo do tempo, também parecem ser a sua especialidade (no texto do link não se enumeram casos mas enunciam-se potenciais "causas", sendo que não há "causa" que justifique atrocidades, muito menos hipotéticas causas de ordem cultural e/ou histórica). Eventualmente mais graves, são os casos em que o alegado "hábito generalizado" é um hábito criminoso e um crime agravado por envolver corrupção de titulares de um "órgão de soberania". O Estado irá inevitavelmente revestir um papel mais repressivo, nomeadamente porque Portugal vai deixar de ter "balões de oxigénio" que compensem a baixa produtividade. O código penal será alterado no sentido de um aumento substancial das penas para, nomeadamente, os crimes contra a integridade física e psicológica das pessoas. Este cenário não acontecerá unicamente no caso de colapso da UE. Este cenário acontecerá inevitavelmente para evitar o colapso do Estado português e da própria independência do país. É necessário reforçar a todos os níveis a Polícia Judiciária e é indispensável que as outras "forças da ordem" e as Forças Armadas se livrem dos corruptos e de outras "ervas daninhas" que as "minam" (não me refiro a procuradores e juízes corruptos porque há que encontrar uma forma de, sem subordinar os magistrados aos políticos, os magistrados serem avaliados externamente e os seus eventuais crimes serem punidos com uma dureza maior, dado, ao serem corruptos ou especialmente incompetentes, perverterem as funções soberanas do Estado - o mesmo para as "forças da ordem" e os militares de carreira das Forças Armadas e para os diplomatas, que têm passado "entre os pingos de chuva" porque ninguém sabe exatamente o que eles andam a fazer lá por fora, tendo sido o embaixador plenipotenciário, Jorge Rito, apanhado e condenado, por pedofilia "cá dentro", na Casa Pia, quando no MNE sabiam bem que ele tinha sido "afastado" da Alemanha por esse crime), sendo esta uma condição "sine qua non" para a existência destas instituições e, no limite, para a própria independência do país. A corrupção, o desleixo e a incompetência extrem@s, entre os titulares dos órgãos de soberania, serão tratados duramente, sendo, @s corrupt@s e @s criminosamente incompetentes, exonerad@s automaticamente e perdendo o direito a qualquer subvenção, para além das consequências legais e criminais. Agressões a qualquer agente do Estado, incluindo professor@s, médicos e outros funcionários do Estado, serão tratad@s com imediaticidade a "ferro e fogo", sendo alterada a Constituição da República, nomeadamente no sentido do Exército poder, quando solicitado, ser chamado a colaborar na defesa do Estado de Direito e no ataque, com a força que se entenda como sendo a adequada, aos criminosos. Agressões, perseguições e chantagens, nomeadamente contra mulheres, "por ciúmes", e a testemunhas de crimes, serão equiparadas a atos terroristas e serão tratadas como tal. Os incendiários serão igualmente equiparados a terroristas: serão tratados como terroristas e não como doentes. Os pedófilos e os violadores serão também considerados e tratados como terroristas. O terrorismo poderá ser penalizado com a pena de morte. Os assassinos em série (sendo que dois já é uma série), os violadores com assassínio e outros casos especialmente graves, serão condenados à pena de morte, sendo que a lei, nestes casos, não pode deixar margens para dúvidas no momento d@s juíz@s e júris tomarem a decisão. Também devido a este aspeto a Constituição da República tem de ser alterada.
Academicamente tem de se acabar com a pouca vergonha de serem os orientadores a convidarem os "arguentes" que vão "refutar" as teses d@s seus/suas orientand@s. A maioria dos elementos dos júris de doutoramento terão de ser especialistas na área a avaliar e, posteriormente, as teses terão de ser re-confirmadas por um painel de doutor@s especialistas na área, que não tenham quaisquer ligações ás instituições dos canditat@s, d@s respetiv@s orientador@s e d@s "arguentes". De sete em sete anos tod@s @s professor@s de carreira do ensino superior, incluindo @s catedrátic@s, terão de se apresentar a provas públicas onde debaterão os últimos "avanços" nas respectivas áreas com um conjunto de "pares" especializad@s na área. Esses "pares" (que para integrarem estes "júris" terão de ter um mínimo, a estabelecer, de trabalhos publicados, na área da especialidade d@ "candidat@", em publicações internacionais especializadas, dotadas de "peer review", nos 3 anos imediatamente anteriores a fazerem parte destes tipos de "júris", sendo o inglês o idioma "standard", dado terem de ser convidados para estes júris especialistas de outros países, já que quanto mais se afunila a especificação menos "pares" portugueses estarão em condições de poderem integrar estes "júris", até porque, a partir de determinado nível, tod@s serão direta ou indiretamente colegas d@ "candidat@", não podendo por tal razão integrarem um júri que vai decidir se @ colega tem ou não condições para se manter na carreira - de resto o idioma "universalmente" utilizado nos "papers" e em todas as publicações de investigação relevantes e reconhecidas "interpares" é o inglês, sem prejuízo de em determinados domínios, como, por exemplo, a Filosofia, ser também utilizado, como idioma "standard" de comunicação, o alemão, idioma que qualquer Doutor em Filosofia tem obrigatoriamente que "dominar", a par de idiomas "mortos", como o grego antigo e o latim **), decidirão se @ candidat@ a manter-se na carreira de docente do ensino superior, tem condições para continuar, ou, em caso negativo, fará formação pedagógica específica e transitará automaticamente para a carreira docente no ensino secundário ou outros níveis do ensino obrigatório.
(*) a "teoria" que os portugueses são mais "abertos" que os outros é pura mentira: ao contrário dos espanhóis, que levaram as mulheres para as colonizações, os portugueses deixaram as mulheres no país e satisfazeram-se com as que iam encontrando (ou entre eles próprios, o que vai de encontro à decadência radical da corte de D. Sebastião - os espanhóis escreviam, já no tempo da ocupação, que a corte portuguesa "fedia" - que conduziu à perca da independência). Eis o simples facto que explica essa alegada "abertura", assim como o elevado grau de miscigenação atual dos portugueses. Tratou-se simplesmente de um povo retrógrado, que partiu, por longas temporadas, deixando as mulheres em casa. Por exemplo, este grande perverso e assassino, parece mulato (na fotografia não se percebe exatamente se é mulato ou negro) mas como tem nacionalidade portuguesa não se identificam as suas origens étnicas, porque a Constituição o proíbe, impedindo investigações e estudos sérios, sobre os crimes em Portugal, investigações essas que implicam sempre uma escalpelização étnico-cultural. Independentemente do maior ou menor grau de mistura, que aconteceu não por uma alegada "abertura" ás outras culturas (na realidade os portugueses serão tão básicos que nem sequer equacionam as coisas desta maneira: limitam-se a satisfazer necessidades básicas e a reagir, como o cão do Pavlov) mas à satisfação de necessidades, os portugueses estarão no grau "civilizacional" mais baixo e no último degrau da "escada" da "humanidade do homem". No entanto, "o problema" é se a educação pode influênciar muito menos do que aquilo vulgarmente se imagina (porque é desejo e vital conveniência que a educação, "bem administrada", possa resolver o essencial dos problemas comportamentais dos humanos), pois aí estaremos numa situação verdadeiramente problemática, passe a redundância. No entanto é minha crença que Portugal é o "case study" de como as desigualdades ("Genetics can’t be an excuse to ignore or accept social injustice") potenciaram e perpetuaram as monstruosidades deste "bom povo".
** isto daria "pano para mangas", pois Heidegger, que arbitrariamente, como tudo na Filosofia, proclamou a Filosofia "germânica" como estando na continuidade direta da tradição filosófica da Grécia antiga, omitiu a influência que o pensamento oriental teve na sua filosofia, eventualmente porque, não lendo nem védico nem tibetano, Heidegger jamais indicaria como fonte uma influência que não conseguisse aceder diretamente aos originais, sendo aliás esta a "regra de ouro" de todo o académico sério. Só que omitir uma influência pelo facto dos originais lhe serem inacessíveis é incomparavelmente mais grave do que a falta de capacidade para aceder diretamente ás fontes sem o intermédio de tradutor@s.
Não se vão fazer comparações com países fora da Europa. As estatísticas do Brasil e do México são bem conhecidas: são o inferno na terra, em todos os aspetos, incluindo na generalização das perversões mais escabrosas. Esses países não estão em "decadência" mas em guerra civil permanente, sem um fim à vista (aconteceram mais mortes pela violência no Brasil que na Síria, durante o tempo de guerra civil na última). Mas são estatísticas da "américa-latina", não passíveis de serem utilizadas para comparações com países europeus, da mesma forma que é simplesmente "tonto" compararem-se estatísticas dos países escandinavos com os países do sul da Europa... Quem tomou a decisão política de abrir as portas aos brasileiros, de forma indiscriminada e massiva [graças a um acordo Sócrates/Lula gozam de um estatuto especial na aquisição da nacionalidade portuguesa, e, consequentemente, de circulação e residência no espaço da UE, estatuto esse que, a ser conhecido em pleno pelos países membros da UE (e pelos outros imigrantes que têm de esperar dez anos até poderem solicitar a nacionalidade portuguesa), seria considerado aberrante e inaceitável, ainda que (talvez por isso os países que conhecem o tal "acordo" fechem os olhos) "esteja escrito" e seja bem conhecido de tod@s que, em caso de colapso da UE, ou de "necessidade maior", el@s serão re-encaminhad@s para o país por onde entraram no "espaço Schengen"], será um dia devidamente responsabilizado por um "acordo" que pode vir a criar uma situação catastrófica para Portugal, se atendermos ás largas centenas de milhares (se não milhões) de brasileiros que entraram por Portugal e agora vivem espalhados pelos países "ricos" da UE, onde se habituaram a condições de vida e salariais que jamais teriam em Portugal, mesmo que Portugal tivesse um desempenho económico fabuloso. Em caso de catástrofe devido ao colapso da UE, ou da impossibilidade óbvia de Portugal poder albergar os brasileiros que entraram na Europa através deste país, a "regra de ouro" deve ser os homens serem repatriados e as mulheres, desde que em "idade fértil", registo criminal limpo e não subsistam com base em subsídios do Estado, serem (caso o desejem) mantidas em Portugal, primeiro por "questões humanitárias", já que o Brasil é um dos países do mundo onde há mais violência contra as mulheres, segundo, porque o problema da baixa natalidade em Portugal pode ser solucionado por mulheres em idade fértil, terceiro, porque de acordo com a generalidade dos estudos feitos em todo o mundo (sendo eventualmente as tugas o caso menos expressivo destas diferenças), as mulheres são menos corruptíveis, mais flexíveis, causam incomparavelmente menos situações de violência e têm maior capacidade de adaptação que os homens. Evidentemente que os brasileiros, assim como outros estrangeiros qualificados e com experiência em áreas que o país necessite, desde que apresentem um criminal limpo terão um tratamento diferenciado. Em Portugal há também aquela "comunidade", designada por "feirantes", que se recusou a se integrar, alegando uma "cultura própria", sendo no entanto peritos em "caçar" subsídios do Estado (havia histórias de quem recebesse cá e em Espanha, onde têm familiares e podem indicar um endereço), para além de "alojamento social". Acontece que sendo "feirantes", têm profissão, deveriam pagar impostos e não terem direito automático a subsídios e outros benefícios. Depois, os "politicamente correctos" espantam-se porque há gente nesta "comunidade" que, recebendo subsídios do Estado, têm contas bancárias de centenas de milhares de euros! Tráfico e escravatura de seres humanos, frequentemente debilitados, pelo que se leu em notícias ao longo do tempo, também parecem ser a sua especialidade (no texto do link não se enumeram casos mas enunciam-se potenciais "causas", sendo que não há "causa" que justifique atrocidades, muito menos hipotéticas causas de ordem cultural e/ou histórica). Eventualmente mais graves, são os casos em que o alegado "hábito generalizado" é um hábito criminoso e um crime agravado por envolver corrupção de titulares de um "órgão de soberania". O Estado irá inevitavelmente revestir um papel mais repressivo, nomeadamente porque Portugal vai deixar de ter "balões de oxigénio" que compensem a baixa produtividade. O código penal será alterado no sentido de um aumento substancial das penas para, nomeadamente, os crimes contra a integridade física e psicológica das pessoas. Este cenário não acontecerá unicamente no caso de colapso da UE. Este cenário acontecerá inevitavelmente para evitar o colapso do Estado português e da própria independência do país. É necessário reforçar a todos os níveis a Polícia Judiciária e é indispensável que as outras "forças da ordem" e as Forças Armadas se livrem dos corruptos e de outras "ervas daninhas" que as "minam" (não me refiro a procuradores e juízes corruptos porque há que encontrar uma forma de, sem subordinar os magistrados aos políticos, os magistrados serem avaliados externamente e os seus eventuais crimes serem punidos com uma dureza maior, dado, ao serem corruptos ou especialmente incompetentes, perverterem as funções soberanas do Estado - o mesmo para as "forças da ordem" e os militares de carreira das Forças Armadas e para os diplomatas, que têm passado "entre os pingos de chuva" porque ninguém sabe exatamente o que eles andam a fazer lá por fora, tendo sido o embaixador plenipotenciário, Jorge Rito, apanhado e condenado, por pedofilia "cá dentro", na Casa Pia, quando no MNE sabiam bem que ele tinha sido "afastado" da Alemanha por esse crime), sendo esta uma condição "sine qua non" para a existência destas instituições e, no limite, para a própria independência do país. A corrupção, o desleixo e a incompetência extrem@s, entre os titulares dos órgãos de soberania, serão tratados duramente, sendo, @s corrupt@s e @s criminosamente incompetentes, exonerad@s automaticamente e perdendo o direito a qualquer subvenção, para além das consequências legais e criminais. Agressões a qualquer agente do Estado, incluindo professor@s, médicos e outros funcionários do Estado, serão tratad@s com imediaticidade a "ferro e fogo", sendo alterada a Constituição da República, nomeadamente no sentido do Exército poder, quando solicitado, ser chamado a colaborar na defesa do Estado de Direito e no ataque, com a força que se entenda como sendo a adequada, aos criminosos. Agressões, perseguições e chantagens, nomeadamente contra mulheres, "por ciúmes", e a testemunhas de crimes, serão equiparadas a atos terroristas e serão tratadas como tal. Os incendiários serão igualmente equiparados a terroristas: serão tratados como terroristas e não como doentes. Os pedófilos e os violadores serão também considerados e tratados como terroristas. O terrorismo poderá ser penalizado com a pena de morte. Os assassinos em série (sendo que dois já é uma série), os violadores com assassínio e outros casos especialmente graves, serão condenados à pena de morte, sendo que a lei, nestes casos, não pode deixar margens para dúvidas no momento d@s juíz@s e júris tomarem a decisão. Também devido a este aspeto a Constituição da República tem de ser alterada.
Academicamente tem de se acabar com a pouca vergonha de serem os orientadores a convidarem os "arguentes" que vão "refutar" as teses d@s seus/suas orientand@s. A maioria dos elementos dos júris de doutoramento terão de ser especialistas na área a avaliar e, posteriormente, as teses terão de ser re-confirmadas por um painel de doutor@s especialistas na área, que não tenham quaisquer ligações ás instituições dos canditat@s, d@s respetiv@s orientador@s e d@s "arguentes". De sete em sete anos tod@s @s professor@s de carreira do ensino superior, incluindo @s catedrátic@s, terão de se apresentar a provas públicas onde debaterão os últimos "avanços" nas respectivas áreas com um conjunto de "pares" especializad@s na área. Esses "pares" (que para integrarem estes "júris" terão de ter um mínimo, a estabelecer, de trabalhos publicados, na área da especialidade d@ "candidat@", em publicações internacionais especializadas, dotadas de "peer review", nos 3 anos imediatamente anteriores a fazerem parte destes tipos de "júris", sendo o inglês o idioma "standard", dado terem de ser convidados para estes júris especialistas de outros países, já que quanto mais se afunila a especificação menos "pares" portugueses estarão em condições de poderem integrar estes "júris", até porque, a partir de determinado nível, tod@s serão direta ou indiretamente colegas d@ "candidat@", não podendo por tal razão integrarem um júri que vai decidir se @ colega tem ou não condições para se manter na carreira - de resto o idioma "universalmente" utilizado nos "papers" e em todas as publicações de investigação relevantes e reconhecidas "interpares" é o inglês, sem prejuízo de em determinados domínios, como, por exemplo, a Filosofia, ser também utilizado, como idioma "standard" de comunicação, o alemão, idioma que qualquer Doutor em Filosofia tem obrigatoriamente que "dominar", a par de idiomas "mortos", como o grego antigo e o latim **), decidirão se @ candidat@ a manter-se na carreira de docente do ensino superior, tem condições para continuar, ou, em caso negativo, fará formação pedagógica específica e transitará automaticamente para a carreira docente no ensino secundário ou outros níveis do ensino obrigatório.
(*) a "teoria" que os portugueses são mais "abertos" que os outros é pura mentira: ao contrário dos espanhóis, que levaram as mulheres para as colonizações, os portugueses deixaram as mulheres no país e satisfazeram-se com as que iam encontrando (ou entre eles próprios, o que vai de encontro à decadência radical da corte de D. Sebastião - os espanhóis escreviam, já no tempo da ocupação, que a corte portuguesa "fedia" - que conduziu à perca da independência). Eis o simples facto que explica essa alegada "abertura", assim como o elevado grau de miscigenação atual dos portugueses. Tratou-se simplesmente de um povo retrógrado, que partiu, por longas temporadas, deixando as mulheres em casa. Por exemplo, este grande perverso e assassino, parece mulato (na fotografia não se percebe exatamente se é mulato ou negro) mas como tem nacionalidade portuguesa não se identificam as suas origens étnicas, porque a Constituição o proíbe, impedindo investigações e estudos sérios, sobre os crimes em Portugal, investigações essas que implicam sempre uma escalpelização étnico-cultural. Independentemente do maior ou menor grau de mistura, que aconteceu não por uma alegada "abertura" ás outras culturas (na realidade os portugueses serão tão básicos que nem sequer equacionam as coisas desta maneira: limitam-se a satisfazer necessidades básicas e a reagir, como o cão do Pavlov) mas à satisfação de necessidades, os portugueses estarão no grau "civilizacional" mais baixo e no último degrau da "escada" da "humanidade do homem". No entanto, "o problema" é se a educação pode influênciar muito menos do que aquilo vulgarmente se imagina (porque é desejo e vital conveniência que a educação, "bem administrada", possa resolver o essencial dos problemas comportamentais dos humanos), pois aí estaremos numa situação verdadeiramente problemática, passe a redundância. No entanto é minha crença que Portugal é o "case study" de como as desigualdades ("Genetics can’t be an excuse to ignore or accept social injustice") potenciaram e perpetuaram as monstruosidades deste "bom povo".
** isto daria "pano para mangas", pois Heidegger, que arbitrariamente, como tudo na Filosofia, proclamou a Filosofia "germânica" como estando na continuidade direta da tradição filosófica da Grécia antiga, omitiu a influência que o pensamento oriental teve na sua filosofia, eventualmente porque, não lendo nem védico nem tibetano, Heidegger jamais indicaria como fonte uma influência que não conseguisse aceder diretamente aos originais, sendo aliás esta a "regra de ouro" de todo o académico sério. Só que omitir uma influência pelo facto dos originais lhe serem inacessíveis é incomparavelmente mais grave do que a falta de capacidade para aceder diretamente ás fontes sem o intermédio de tradutor@s.