Nem mais um minuto de silêncio!
- É "preciso uma revolução doméstica, não uma simples mudança. Nós, vítimas, lidamos com terrorismo familiar. Tem de existir um colapso do estado familiar atual para uma revolução ao nível penal e da forma de lidar com o fenómeno."
- O grupo etário que registou mais femicídios foi o das vítimas com idades compreendidas entre os 51 e os 64 anos de idade (45%, n=8).