Por obra e graça do ex-presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento e do ex-procurador-geral da República, Pinto Monteiro

(José Sócrates) acabou por sair ileso graças à actuação do então presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que considerou nulas as escutas em que Sócrates foi apanhado a “conspirar” com o amigo Armando Vara – condenado a cinco anos de prisão efectiva no Face Oculta e agora acusado de cinco crimes – e do ex-procurador-geral da República, Pinto Monteiro, que não viu qualquer indício de crime 

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