Se o Corão justifica que se exterminem cristãos, então o Daesh estará correto...

Em 20 páginas invoca-se a Bíblia, o Código Penal de 1886 e até civilizações que punem o adultério com pena de morte.

(*) segundo o CM de 25 de Outobro, um dos juízes que tomou aquela decisão, que será o mesmo que justificou as agressões a uma criança de 4 anos [decisões essas que se tornarão seguramente em "case studies" do porquê, ou de alguns dos porquês, que explicam porque Portugal se encontra num "processo de decadência irreversível" (de acordo com José Saramago)], afirma que é ateu, mas, ateu ou não, parece fundar-se na Bíblia (e no que quer que seja...) para justificar as suas decisões aberrantes: no Daesh também haverá ateus que enunciam o Corão para praticarem as suas atrocidades...

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