Vergonha gay

Os abusos terão começado em 2015, mas só em abril deste ano foram comunicados pela direção da escola ao tribunal, a quem enviou também vídeos filmados na sala de aula. Num deles, o docente curva-se sobre a mesa para que o aluno lhe bata com um livro. Entre as situações contadas pelos estudantes, dos 11º e 12º anos, vários confirmam que o docente convidava alunos para relações homossexuais e tentava seduzi-los. Terá até baixado as calças no recreio para se exibir a um aluno.

Nota: aqui temos o exemplo do gay/psicótico que acreditava num pacto "sagrado" de cumplicidade e silêncio com os alunos. Claro que foi apanhado e é só mais um exemplo da psicose dos gays, que conseguem conceber a realidade de tal "pacto" (como imaginarão que todos os homens são gays e os que não são estão a "disfarçar" e/ou a "fazer jogos", etc, etc, etc *). Mas quanto assédio gay existirá, por parte de perversos mais inteligentes, com algum poder e com os pés assentes na realidade, que ninguém denuncia por receio de retaliações? 


Se um perverso-psicótico é virtualmente mais rapidamente apanhado que um mentiroso e será alvo de "eterna" chacota (um "mariconço" com uma t-shirt ás estrelinhas a levar com livros no traseiro...) **, para além das consequências profissionais e legais
um perverso inteligente e com poder só será apanhado se existirem denúncias corajosas e consistentes. À Justiça compete ser competente e eficiente, já que as vítimas de assédio perverso nem sempre conseguem ser consistentes, pois esse assédio "esfrangalha-lhes" a capacidade lógica e argumentativa, sendo os perversos verdadeiros "peritos" em explorarem isso. 


* é evidente que a psicose dos gays não é de todo inócua: se eles se auto-convencem de realidades paralelas, agindo em conformidade com as suas realidades delirantes, estão constantemente a criar situações ambíguas e problemáticas, que são agravadas e potenciadas pelo seu ressentimento histérico e pela sua incapacidade em absorverem as frustrações (que é uma das características mais específicas da "estrutura psíquica", do "caráter", da "personalidade" do "grande perverso", ou psicopata), criando permanentemente, direta ou indiretamente, situações de agressividade, "atual" ou em "potência".


** tendo-se em conta de que neste caso se trata de um licenciado em Filosofia, e, pelo que se deduziu da peça do CM, um "mariconço" aparentemente "passivo", que pede que lhe batam, imagine-se então como serão os "broncos" "mariconços" "ativos", os "lategos" "mariconços" "ativos", que nem sequer têm capacidade para perceberem que sendo, ou pretendendo ser, "ativos", são tão "mariconços" como aqueles que classificam como tal. Imagine-se como serão esses "lateiros", para quem a única linguagem (que 
corresponderá à sua capacidade cognitiva máxima) é a do poder bruto, da chantagem e a da coação. É obrigação do Estado estar preparado para lidar com esta espécie de monstros, utilizando os meios e a intensidade necessári@s. Caso contrário (o Estado) falhará não só em proteger as potenciais vítimas, como falhará em garantir a sustentabilidade do país e a sua viabilidade no longo termo. Claro que tal remete para uma "nova ordem" com uma "justiça-justa" (se é que o país vai ter tempo para construir tal...). Uma justiça que se compadece de monstros não passa de uma justiça monstruosa. Há que atender que especificidades "étnicas" podem potenciar os problemas ao ponto de serem incontroláveis. Portugal tem praticamente o mesmo número anual de assassinatos de mulheres que Espanha, devido a "ciúmes" e outras patalogias do tipo obcessivo/psicótico. Só que Portugal é quatro vezes mais pequeno e tem comparativamente menos imigrantes que Espanha. Para que fique claro que o problema essencial não são os "estrangeiros" (ainda que estes possam potenciar e ampliar o problema) mas os próprios portugueses. Agora transponha-se este tipo de patologia para o "campo gay", onde os jogos de "virilidade" e poder, no que diz respeito aos "mariconços" "ativos", são inerentes à própria perversão. Portugal já no passado perdeu a independência por causa de um pedófilo-gay, o jesuíta Luís Gonçalves (Bettencourt) da Câmara (dos Açores) ***. Da próxima poderá acontecer uma solução ainda mais radical, uma vez que a perca da independência não resolveu "o problema" dos e das portuguesas (dado que estas, para além de vítimas, são frequentemente cúmplices, ao "fecharem os olhos", quando não apoiam e encobrem os criminosos claramente, aos crimes hediondos praticados pelos sujeitos que elas escolhem para "companheiros"). 


Veja-se a quantidade de abusos pedófilos e outros abusos sexuais (uma parte muito substancial deles praticados por criminosos gay), veja-se a quantidade de fogos postos, que serão desencadeados hipoteticamente por outro tipo de "tarados" (como não existem estudos feitos não se sabe)  mas que entram na "categoria" dos perversos (também os corruptos são sujeitos perversos, pois sabem que ao corromperem estão não só a empobrecer os outros como a inviabilizar o país no longo termo, sendo o ex primeiro-ministro José Sócrates, e os "grandes administradores" e banqueiros que com ele colaboraram os casos paradigmáticos deste tipo de perversos) e ter-se-á uma ideia dos portugueses. Os portugueses são obsessivos e psicóticos. Quando (ainda) não deram em "mariconços", controlam as mulheres com quem andam de formas que se não fossem dramáticas causariam hilaridade geral, de tão patéticos. Depois de fazerem a vida negra a umas quantas mulheres, devido aos "ciúmes", dão em "gayzolas" e passam a chatear os homens. Outros, que provavelmente sempre foram "gayzolas", vão mantendo os casamentos, ou as "companheiras", enquanto vão dando satisfação ás suas tendências pouco secretas, como sempre o fizeram, enquanto aquelas não vêem, ou fingem que não vêem... 


*** o facto de terem conseguido que o(s) link(s) para a(s) dissertação(ões) referida(s) na peça da Sábado (alojada na Universidade da Virgínia) deixasse de aparecer nos google(s) da Europa,  só demonstra a mentalidade totalitária e corrupta que caracteriza @s portugues@s, e que vem de longe. Mais grave é a União Europeia permitir tal totalitarismo, enquanto bombardeia os Estados com orientações politicamente corretas, algumas delas verdadeiras aberrações. Esses links aparecem, felizmente, ao resto do mundo e o resto do mundo pode conhecer a tese original que demonstra, de forma especialmente bem fundamentada, que D. Sebastião foi abusado pelo pedófilo acima nomeado, na adolescência o Rei fugia das mulheres "como o diabo da cruz", só se relacionando com cortesãos e escravos homens, Portugal perdeu a independência devido ao facto de não ter deixado descendência (isto é sabido), que a "corte" portuguesa "fedia" de "ambiente gay" e que os espanhóis evitavam nela permanecer. (se fosse nos tempos que correm provavelmente o Gay Sebastião, perdão, o Don Sebastião até deixaria descendência, pois boa parte dos gays são casados, têm filhos e as respetivas mulheres até os acharão uns maridos muito dedicados... e o lugar lá implodiria devido a outra coisa qualquer...)

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