Escalpelizar os dados

“Quando os professores conhecem os nomes dos alunos, os rapazes têm melhores resultados do que as raparigas. Mas quando a atribuição de notas é feita de forma anónima, as raparigas têm melhores resultados nos testes de matemática.”



Nota: escalpelizar este caso implicaria submeter o criminoso, depois de identificado (graças nomeadamente ao sistema de video-vigilância generalizado no Reino Unido), a uma "bateria de testes", para no final nos deparamos com um psicopata, muito provavelmente um psicopata gay [note-se que ele se cruza com um homem e só tenta empurrar para a estrada a pessoa seguinte, que é uma mulher. Estrutural e funcionalmente os gays odeiam as mulheres (independente de eventualmente se auto-proclamarem como sendo os seus melhores amigos, que pode ser encarado, por eles, como uma oportunidade de aprenderem "como contentar um homem" - tudo isto soa a gritantemente grotesco mas é exatamente disso que se trata) porque, dominados pela sua psicose profunda, acreditam que sem elas "controlariam" "todos os homens do mundo": na vontade de "controlar" e nos "impulsos" de "liquidar" (quem não encaixa na sua perversão) emerge "caráter" psicopata dos gays. Obviamente que se dominam o mundo académico, científico e empresarial, não haverá lugar nem para as mulheres nem para os que liminarmente rejeitem a sua "opção" (sexual), inventando toda a espécie de "critérios" e pseudo-teorias para justificarem tal].

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