“As pessoas na Venezuela têm tanta fome que pegam em qualquer coisa que encontram na rua e comem”

Decidiu deixar o país e vir para Portugal depois de ter sido assaltada em casa, em Puerto Ordaz, e de lhe terem apontado uma arma à cabeça. A vida do outro lado do oceano tornou-se “impossível” nos últimos tempos. Gostava de voltar um dia ao seu país, mas sabe que por enquanto não pode. É demasiado “perigoso”


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