Com "filantropos" destes, mais idiotas, cartomantes, tarólog@s, massagistas e psicólog@s da treta nas televisões, o lugar só poderia estar podre

António Mexia é um filantropo. O presidente do Conselho de Administração da EDP (aquela empresa que o Estado português vendeu ao Estado chinês) ofereceu a Lisboa (e portanto ao país, que o resto é paisagem) o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Segundo as informações que foram divulgadas, este exercício de filantropia representou um investimento de 19 milhões de euros. A que se somam dois milhões de euros por ano para financiar a programação do MAAT e as suas prometidas 20 exposições por ano. Perante oferta tão desinteressada, o país político não podia faltar à inauguração. E não faltou. Tudo gente que não se impressiona com outro tipo de detalhes. Detalhes como o facto de a EDP se preparar para amealhar quase mil milhões de euros de lucros este ano. Detalhes como o facto de boa parte desse lucro ser suportado pelos Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (palavrões que representam uma renda garantida para a EDP, na ordem das centenas de milhões de euros anuais, a pagar pelos contribuintes). Detalhes como o facto de os portugueses pagarem a eletricidade mais cara da Europa.

"Num reality show de grande audiência, uma concorrente sofre de violência emocional e maus tratos perpetrados por um homem, perante todo um país. A mãe tenta tirá-la desta exposição degradante enquanto a apresentadora do programa [Teresa Guilherme] desencoraja a mãe e, em direto, desvaloriza o quadro de evidente violência, classificando-o perante milhares de telespectadores como uma "situação normal". Infelizmente, a apresentadora em causa tem razão: é uma situação terrivelmente normal no nosso país o que não quer dizer que seja aceitável: não é. E não pode ser banalizada e desculpabilizada num programa de grande audiência", escreveu o rosto da SIC, numa crónica da plataforma feminista Capazes *, que ela própria ajudou a fundar.
O outro caso que a deixou inquieta foi o da taróloga Carla Duarte, que durante uma emissão do programa das manhãs da SIC A Vida nas Cartas - O Dilema aconselhou uma espectadora vítima de violência domestica a "dar amor" e "mimo" ao marido. "Estes dois casos mais recentes estão, infelizmente, longe de serem os únicos. A violência exercida sobre as mulheres é permanentemente desvalorizada, tratada com ignorância e preconceito machista por parte dos media em geral"

Nota: num programa de uma televisão puderam ver-se quem são os que encobrem os crimes de violência e chantagem psicológica e emocional, os que "nunca vêm nem ouvem nada", os que colocam a vítima ao nível do criminoso ("duas pessoas muito alteradas", dizia um deles, quando o que ali se via, muito claramente, era um agressor e uma vítima, outro, com aspeto de "sapo", entrou em cena a defender o agressor dizendo que "estava ali a ver tudo" e que ele, o agressor, neste caso um ator que desempenhou esse papel, não tocou na mulher, como se não fosse evidente a violência psicológica), são ess@s [homens com alguma idade, encobertos pelas suas mulheres, frequentemente senhorecas "muito discretas", bem instaladas, algumas literalmente doutoras, que não hesitam em serem cúmplices de crimes verdadeiramente monstruosos (mãe cúmplice professora na UTAD!); por outro lado, as sonsas tugas frequentemente colocam @s filh@s em grande risco, abrindo todas as portas aos labregos com quem se metem, sendo elas próprias uns monstros] um dos grandes cancros deste país, são ess@s que tanto no caso da violência e chantagem, como na corrupção, assim como em todos os outros cancros malignos que minam a nossa sociedade, os (e as) que nunca vêm nem ouvem nada e ao "não verem nem ouvirem" protegem de facto os agressores e os corruptos. Com este programa, a televisão em causa "redime-se", de certa maneira, da porcaria com que diariamente deforma a cabeça d@s portugues@s, mas só com a eliminação cabal desses programas-lixo e com a remoção dos e das apresentadoras imbecis é que a sua redenção pode ser considerada efetiva. O Código Penal português funcionaria bem numa sociedade escandinava mas funciona deficientemente numa sociedade do Sul da Europa. As leis têm de ser mais duras e os tempos de detenção têm de ser muitíssimo mais ampliados. Os crimes por parte de agentes do Estado têm de ser penalizados pelo menos a dobrar - com exoneração automática das funções e de todos os privilégios inerentes ás mesmas - dado que existe, concomitantemente ao crime em si, uma liminar perversão das funções para que foram investidos e uma traição aos contribuintes que os pagam. O Estado tem de ser forte com o que realmente interessa (*). Da mesma que os mercados não se auto-regulam, os cidadãos, pelo menos nas sociedades atuais do Sul da Europa, também não se auto-regulam. 

(*) entendo que o pilar fundamental de defesa do Estado e da cidadania devem ser as Forças Armadas. Não porque ache necessidade das FA's intervirem seja externa seja internamente, mas porque acho que toda a cidadã e todo o cidadão tem o direito e o dever de ter formação em auto-defesa e ataque. Por isso entendo que o serviço militar obrigatório deve voltar a ser uma realidade, tanto para raparigas como para rapazes, muito especialmente para as primeiras. As raparigas não poderão ser, de todo, um ornamento "para inglês ver", dedicadas especialmente ás relações públicas e à "papelada": terão de ter uma formação e um treino completo como "operacionais". Isto possibilitará, nomeadamente, que no futuro todas as chefias militares, quer de topo quer intermédias, sejam pelo menos 50% mulheres. Acho isto relevante para que Portugal não desapareça, submergido pelas perversões, pela corrupção, pela violência, pela "falta de produtividade", devido a jovens sem autonomia e sem independência, submergid@s na estupidez e na gordura (@s que têm realmente inteligência e autonomia vão-se embora, seja lá para onde fôr, por vezes para lugares parecidos ou piores, mas longínquos...).

Marisa Matias dixit: "O sexismo e o patriarcado estão enraizados na sociedade portuguesa. As causas são em grande medida culturais e sociais, mas também o atraso na consagração na lei das medidas necessárias para promover as mudanças necessárias."

Nota: o problema na justiça portuguesa não são só as leis e o Código Penal, mas também quem @(s) aplica ["um agressor doméstico não pode ser um bom educador. Se ainda por cima se lhe dá a guarda das crianças, isso é a perversão total do que estabelece a convenção.”]

Nota 2: tanto na "agenda" do BE como nos princípios da associação Capazes (*) a referência aos direitos dos gays (masculinos e femininos, pois, pessoalmente, pelo menos em contexto público, não utilizo o termo "lésbicas", que me parece algo pejorativo) está sempre presente. Gostaria de expressar que cada vez mais frequentmente são os gays quem não respeita o direito dos outros de serem diferentes deles e, muitas vezes, acontecem situações de assédio e provocação por parte dos gays "ativos", que são particularmente agressivos (boa parte deles são casados e as suas mulheres fingem que não sabem de nada). Seria interessante escalpelizarem-se os números das violações que acontecem em Portugal - mais de uma por dia - sendo 80% sobre mulheres (muitas, deduz-se, praticadas pelos escroques que também as maltratam, ainda que parte substancial dessas não cheguem a ser denunciadas e logo não entrem nas estatísticas) e 20% sobre homens e não seria de admirar se os gays "ativos" (refiro-me evidentemente aos que possuem um "estrutura psíquica" perversa/criminosa) fossem os principais perpetradores destes crimes (e também nas violações sobre as mulheres, pois estes perversos "vão a todas"...)

(*) "a Associação englobará nos seus objetivos a luta contra a discriminação de mulheres, população lésbica, gay, bissexual  , intersexo e transgénero na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da igualdade de género."

Nota 3: a ignorância é sempre muito atrevida. Agora os "programas do povo", da manhã, fazem publicidade a "massagens vaginais" que dizem ser "massagens tântricas", e, segundo quem as vende e estava no programa, as "verdadeiras", as "autênticas" (o que @s outr@s vendem é falso, claro). O sujeitito faz umas explicações imbecis, onde vai buscar umas generalidades tiradas dos "três ensaios" de Freud, que deve ter lido na wikipédia, interpretadas à moda massagista (ele intitula-se terapeuta e é o diretor do centro das "massagens vaginais", que ele pretende serem "tântricas"), e a "terapeuta" fala em "holismo" (Uau!) atirando cá para fora com umas banalidades idiotas sobre o seu suposto Oriente (o Oriente para eles...). Devem ignorar que as práticas tântricas que implicam sexo (porque há práticas tântricas que não implicam sexo - e isto para el@s "é chinês", como é o tantrismo em geral, pois não passam de mer@s "massagistas" a fazerem-se passar por "esotéric@s") implicam mesmo a união de um homem e uma mulher e não  unicamente massagens nos "pontos energéticos" (Chakras)... É patético, mas para as tugas mentecaptas, que passaram uma vida a armarem-se em "difíceis" para acabarem nas mãos de perversos e até de criminosos, e agora sentem-se "bloqueadas", deve resultar...

Nota 4: e lá aparece o "dr", o "psicólogo", a destruir uma mãe, acusando-a de negligência, porque chega a casa à meia-noite, já que trabalha até essa hora e portanto raramente vê a filha de 17 anos, que quando ela chega a casa já está a dormir. O "dr" psicólogo esquece-se que os adolescentes tugas são os que têm menos autonomia em toda a OCDE? Falta de autonomia essa que é condicionada por pais como o "dr" psicólogo, que querem "apoiar" (leia-se controlar) todos os passos d@s filh@s adolescentes, por vezes já adultas(!), escolher as suas amizades e até os livros que lêem? O dr. (tem de se escrever Dr. porque o dr. psicólogo é mestre - e quiçá até é mesmo doutor, doutor por extenso...) psicólogo enumerou as suas habilitações e o seu extenso curriculum, afirmando ser "especialista" em todas as correntes da psicologia (Uau, dr. psicólogo!), como se o facto de ter feito estudos e ter curriculum o transformasse, num formidável passe de magia, num terapeuta (e logo num terapeuta habilitado em todas as técnicas de psicoterapia! Uau, dr. psicólogo!). Este dr. psicólogo deve ser daqueles que consideram a psicanálise como mais uma psicologia...   O dr. psicólogo sabe muito bem, porque faz parte do conhecimento generalista, que um terapeuta para o ser tem de concluir o seu próprio processo de terapia, dado que se trata de um processo vivencial, que se não fôr vivido não é nem "intuído" nem compreendido? Será que o dr psicólogo foi submetido à sua própria terapia, em  todas as "correntes" e terapias psicológicas em que se diz "especialista"? Se não foi,  e provavelmente não foi porque cada processo psicoterapêutico pode durar anos [e aqui nem sequer se inclui a psicanálise porque não é nem uma "terapia", nem uma "psicologia", mas sim uma via de autoconhecimento, em que a "cura" a acontecer, acontecerá, no final de um longo processo, como um "extra", não sendo, de todo, o objetivo da psicanálise], não é nada do que diz ser: não passa de um curioso com vários graus académicos e várias "master-classes", seminários, etc.  O dr psicólogo "esquece-se" das monstruosidades sistemáticas cometidas por pelos pais tugas controladores? Pessoalmente, onde vejo um pai controlador e ciumento (é aberrante - pais "ciumentos"?! - mas eles são frequentes na Tugolândia) vejo um potencial abusador e um potencial criminoso. Os países avançados e prósperos, não são os que têm pais como o "dr" psicólogo mas aqueles onde os jovens se autonomizam aos 18 anos, ou antes, passando a viver longe dos seus progenitores de forma totalmente autónoma.

Nota 5: não basta dizerem-se generalidades politicamente corretas. Um país na situação de Portugal não pode dar-se ao luxo de abrir portas a qualquer tipo de imigração. Portugal não tem nenhum dever de aceitar africanas, sem capacitações que interessem ao país, só porque chegaram de ex-colónias para parir em Portugal, onde, por terem um filho nascido em território nacional, acabarão por receber a nacionalidade portuguesa. Trata-se de um velho truque, que um país com a segurança social em ameaça de rotura não pode aceitar. O facto das africanas parirem muitos filhos não vai ser uma mais valia para a Segurança Social, porque não é de todo evidente que esses filhos vão ser pagadores líquidos de impostos no futuro, para além de não ser evidente que a sua presença não venha a constituir mais um encargo, nomeadamente se contribuirem para um aumento dos problemas de segurança. Portugal deixou de ser atrativo para @s ucranian@s que valiam a pena, que eram uma imigração com grande potêncial. Aprendiam rapidamente o idioma, eram dotad@s de elevadas capacidades cognitivas e os seus filhos estavam entre os melhores alunos das escolas portuguesas de ensino obrigatório. Ficou provavelmente o pior e o pior pode ser muito mau, dado os "países de leste" estarem entre os mais corruptos do mundo (ainda que não estejam entre os 10 países mais corruptos do mundo, onde Angola se encontra), dominados por máfias obscuras e brutais, talvez com a relativamente honrosa exceção da Polónia e pouco mais. A Alemanha recebe muitos milhares de refugiados (o que, diga-se de passagm, é muito conveniente para a imagem internacional da Alemanha) que um dia, quando a guerra acabar nos seus países, serão para lá re-encaminhados. Esses refugiados nunca terão a nacionalidade alemã. Nem os filhos que entretanto tenham em território alemão. Eis uma "pequena" diferença... Além de que as capacitações, por exemplo, d@s síri@s, estão seguramente muito acima das da imigração à qual Portugal escancara as suas portas, simplesmente porque se quer fazer passar por um país generoso [pura hipocrisia *, com vista à imagem internacional, num país onde os seus cidadãos, ou parte significativa deles, vivem em condições degradantes, um dos países com maiores desigualdades da Europa (incluindo os balcãs e a própria Turquia), onde a pensão mínima é de 250 euros, havendo centenas de milhares de idosos que sobrevivem (não se sabe como) com isso (Portugal é o país da OCDE onde os seus habitantes, ou uma parte extremamente significativa deles, passam mais frio no inverno)].

Dos monstros incendiários, muito bem rotulados de terroristas pelo representante dos bombeiros, que são quem arrisca para tentar salvar o que resta do lugar, é para mim pouco relevante se são meros atrasados mentais ou perigosos perversos que constituem um perigo real e permanente para @s outr@s, ou ambos. São terroristas e, num lugar decente, seriam tratados como tal. Por cá, no reino podre dos bem acomodados académicos do politicamente correto, são mais ou menos desresponsabilizados. É nojento!

* ou não fosse Portugal o local onde as "élites" corruptas angolanas, que tratam o país como se de uma coutada privada se tratasse, vêm fazer a lavagem do dinheiro, provindo das riquezas naturais do país, que seriam suficientes para garantirem uma vida com dignidade a tod@s @s angolan@s, se não fossem totalmente tomadas pelas "cliques" no(s) podere(s).

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