Defesa do SNS e valorização da escola pública

Costa quer motivar aqueles que se interrogam se vale a pena votar e aproveita para dizer que “o principal expediente da direita” tem sido “levar as pessoas admitir a fatalidade, a inevitabilidade, a impossibilidade de mudar”. "Recuso esta visão e este fatalismo sem alternativa. Digo, com convicção e com realismo: é possível fazer diferente e fazer melhor, como mostramos desenvolvidamente nos nossos diferentes textos programáticos", escreve o candidato do PS a primeiro-ministro, apontando quatro razões pelas quais as próximas eleições são decisivas.


"Primeira razão é porque temos de vencer a depressão, a descrença, a resignação, um sentimento de decadência nacional e reconstruirmos um sentimento de esperança colectiva no nosso futuro comum. Temos de iniciar um novo ciclo [político], com novos protagonistas e uma nova visão para o país", refere.


Em segundo lugar, considera que existem duas opções de fundo que estão em confronto nas legislativas: "Sobre o nosso modelo de desenvolvimento -- assente no conhecimento e inovação, contra a precarização e o empobrecimento - e sobre o nosso modelo social -- na garantia da sustentabilidade da segurança social, na defesa do SNS [Serviço Nacional de Saúde] e da valorização da escola pública, contra a ameaça da privatização dos serviços públicos e da destruição do Estado social".


O líder do PS revela, por outro lado, que é necessário "virar a página da austeridade para relançar a economia, criar emprego de qualidade e com futuro" e sanear as finanças públicas. Segundo António Costa, “é necessário que Portugal reassuma "uma postura activa na Europa, sem submissão nem aventureirismos", que permita retomar a convergência e fortalecer a posição do país no euro

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