Após equivalências falsas, total falta de rigor, 6 mortos e sabe-se lá mais o quê, já devia ter sido fechada

o secretário de Estado do Ensino Superior considera que na auditoria interna que a Lusófona promoveu, estão “não actuou com o rigor exigível a uma instituição do ensino superior”. O pedido de auditoria interna foi feito pelo MEC em Outubro de 2012 e determinava que a instituição deveria reanalisar todos os processos de creditação de competências de alunos conduzidos desde 2006.
Em apoio desta acusação, o governante refere o facto de a Lusófona “ter praticado, e posteriormente validado – para mais no âmbito de um processo de auditoria interno determinando pela tutela – actos de creditação de competências académicas e profissionais quer em unidades curriculares inexistentes, quer em unidades curriculares indeterminadas”. O secretário de Estado aponta ainda a “ausência ou insuficiência de prova documental sobre a formação académica ou experiência profissional creditadas”.

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