É para dentro do país que se deve olhar

Por exemplo no auto da Índia, Gil Vicente usa a personagem de Constança para criticar as esposas infiés que recebem os maridos, vindos da Índia, de braços abertos, pois voltam ricos 

[deve ser por isso porque os tugas deram ou em larilas ou em perversos * ou em corruptos, ou em tudo aquilo simultaneamente - depois há os monstros, liminarmente não recuperáveis (apesar do hipócrita mantra politicamente correto proclamar o contrário), que deveriam ser condenados pura e simplesmente à pena de morte, não por "vingança" mas para proteger as pessoas de ataques futuros desses monstros]

* afinando pelo culturalmente correto não assimilei homossexualidade à perversão, o que não significa que não ache a homossexualidade uma perversão. Apesar de não gostar do cronista/"escritor famoso" e filho de escritora, do Expresso, ele está certo ao referir as atitudes intolerantes dos gays quando as pessoas não afinam pelo diapasão deles, e, entre outros, citou o caso do  Elton John, que, apesar de ser gay e casado com outro homem, é contra a co-adoção pelos casais gay, e por isso tem sofrido ataques sistemáticos e virulentos da "comunidade gay". Em Portugal parece que, de repente (não foi de repente, concerteza já eram, simplesmente tornaram-se "descarados" ou porque acreditam que ser larilas é "moderno" e "avançado" ou porque se sentem protegidos pela ladaínha "culturalmente correta"), os tugas de meia-idade tornaram-se todos, ou quase, larilas. As suas mulheres, "zombies", fazem que não vêem e eles andam por aí com todo o à-vontade a chatear "meio mundo", porque faz parte da "estrutura psicótica" dos gays pensarem que todos os homens são gays e se não são é porque a) são mas não assumem, ou b) andam a fazer "jogos", ou c) são gays mas ainda não sabem - pura psicose delirante que em outros tempos daria direito a internamento. No entanto estou convencido que parte significativa deles são de facto perversos**: percebem muito bem quando os outros não são como eles (eles melhor que ninguém devem "intuir" quando estão face a um semelhante), mas fazem-se de "mulas": são altamente manhosos, manipuladores e estão sempre a "marcar terreno", a tentar arruinar e destruir as relações heterossexuais - na realidade a sua existência depende disso - para ver o que conseguem. São basicamente uns estupores, uns puros crápulas, muitos deles são perversos na linha do "grande perverso" lacanaiano, e esta "tendência" parece generalizada num país cada vez menos atrativo seja para quem fôr, excetuando para os perversos. Nada de novo, portanto... Não me espanta muito que parte dos pedófilos sejam gays [o mantra da "doença" dos pedófilos é mais uma invenção da treta e quem isso proclama não é gago... Pedófilos e violadores não são doentes: são "grandes perversos". Não são "curáveis", não se querem "curar" e sabem muito bem "ao que andam"]. A ver vamos o que vai acontecer num país sem natalidade, repleto de velhos larilas tarados, de corruptos e bandidos. E se se pensa que a responsabilidade dos "grandes pedagogos" e dos responsáveis maiores e "menos maiores" pela educação no lugar, nisto, um dia não vai ser apurada, que vai passar sorrateiramente impune entre os pingos da chuva, como até agora tem acontecido com a generalidade das atrocidades no lugar, espero, muito sinceramente, que estejam redondamente enganad@s.

** não diria que os velhos "lateiros", que por se crerem "ativos" imaginam que não são larilas, são "grandes perversos". Depende. Há-os que são violadores e abusadores e a lei tuga é "portuguesa suave" para esses criminosos. Tirando estes casos, que não são "curáveis" (há que repetir as vezes que sejam necessárias), vejo-os mais como velhos "lateiros" (ou "entradotes" que rapidamente serão velhos), larilas supostamente "ativos". No entanto, se se considerar a homossexualidade como perversão, os "ativos", ou supostos "ativos", serão seguramente, e em primeira linha, perversos, porque a "desculpa" da "estrutura psíquica", inventada por Lacan e usada pelos "culturalmente corretos" para demonstrarem a "normalidade" da homossexualidade do ponto de vista da psicanálise, não se aplica aos larilas "ativos", porque esses têm uma "estrutura psíquica" masculina e são anormais (sem aspas) ao andarem com outros homens, sejam ativos, passivos ou ambos. Eu, pessoalmente, considero que o postulado que afirma que os gays são "normais" porque agem de forma normal de acordo com a sua "estrutura psíquica" (feminina), é pura "banha da cobra", é pseudo-ciência da fraca, espertamente adaptada à moda ou à força da perversão, ou a ambas. Os "larilas" jovens (há que colocar aspas a este termo), substancialmente mais cultos que os velhos "lateiros" e escudados na tralha "culturalmente correta", tomam a sua suposta "normalidade" à letra. Tão à letra que a querem impôr a todos os outros. Voltamos a Karl Popper e "A Sociedade Aberta e os seus Inimigos": têm de ser forçados a compreender (eles compreendem mas fazem de conta que não) que a liberdade deles acaba liminar e precisamente onde começa a dos outros. O cúmulo da manha e da perversidade é quando gays toleram o insulto de pessoas que eles sabem bem não o serem, serem brutalmente insultadas como se fossem, insultos que, se fossem eles as vítimas, fariam todo um estardalhaço e apelariam ás variadas convenções e direitos vários. Isso acontece num lugar pantanoso como este, lugar recheado de vermes (não me estou a referir aos gays mas aos agressores e aos que os toleram), muitos deles cuja condição humana poderia, em outro(s) tempo(s) e em outros lugares, ser posta em causa e à discussão. Porque pode não bastar andar na posição vertical e falar uma linguagem humana para ser considerado "humano" (é problemático concerteza), como não basta ser progenitor para ser considerado pai ou mãe (esta já é substancialmente mais aceitável, não é verdade?). Afinal é tudo uma questão de cultura historicamente contextualizada versus modas... Para finalizar gostaria de salvaguardar que daquilo que escrevi não se podem estrapolar nenhumas "verdades científicas". Não há "ciências humanas"...

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