Um povo bronco, perverso e corrupto *

Mas a faixa que mais preocupa o vice-presidente do INMLCF, João Pinheiro, é a dos 14 aos 17 com 35 casos, que representam 7,2% do total. “Há miúdos de 14 anos a queixarem-se de terem sido vítimas de agressões dos namorados ou ex-namorados”, sublinha o médico, num tom de indignação. E alerta: “Estes comportamentos são preditores de violência doméstica mais tarde”.

sendo que a prática da corrupção é em si mesma uma perversidade, podendo ser (ou não) determinada pela estrutura (psíquica) da perversão, sendo que neste caso temos o perverso no qual a prática da corrupção constitui uma faceta mais da sua existência, que é determinada pela sua "estrutura psíquica". Frequentemente o mesmo ser é corrupto, agressor e manipulador: trata-se de "o perverso", figura bem conhecida dos psicanalistas. Não é "curável". O Estado tem de usar todos os meios necessários para proteger as sociedades destes sujeitos, que são extremamente prespicazes e capazes de tudo para manterem e consolidarem o seu "controle" sobre @s outr@s.

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