Um CES finérrimo

Não é um escândalo per si que o CES da Universidade de Coimbra tenha um estabelecimento no Picoas Plaza, em Lisboa (afinal, em Portugal, a "ascensão" académica sempre foi uma forma, com "rede", dado que por norma faculta lugares vitalícios, de ascenção social, para "os de baixo", e de confirmação da excecionalidade para "os de cima", logo não admira que o sistema seja genericamente mediocre, sendo as exeções, exeções de facto). Deve andar a competir com o CES da UL e ao mesmo tempo justificar as despesas das estadias regulares dos investigadores do CES de Coimbra na capital, que é sempre bom mudar-se de ares (ainda que bom-bom sejam as "cenas", muitas e variadas, "lá fora"). Também é claro que um estabelecimento no Picoas Plaza representa menos que "peanuts" se pensarmos nas centenas de novos carros blindados e nas dezenas de milhar de metralhadoras (o Conselho Superior do BES gozava com as metralhadoras, e por aí fora, que os militares queriam comprar, mas aqui estão elas) que o exército se prepara para adquirir.

O que me choca é que depois de dezenas de anos de investigação dos "ceses", do exército de "pedagogos" com as suas verdades "científicas", dos "cientistas da educação" (é mais ou menos a mesma trupe mas com "poisos" diferentes, para que cada macaco não interfira no "galho", leia-se zona de poder, do outro), tudo pago pelos mesmos de sempre, obviamente, o lugar esteja neste estado.

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