Discurso tuga

"O que é preciso é fechar bem as portas, coisas simples, que funcionam melhor que um Estado Policial."

"Parece ser evidente para todos que aquilo (o massacre) não foi planeado por uma organização."

(mas os autores sabiam que naquele dia e aquela hora se reuniam os jornalistas principais e usaram adequada e eficazmente o equipamento militar que transportavam - para além de se darem à imensa e tranquila liberdade de, após o massacre, se dirigirem a uma tipografia para fazerem reféns. Além de estar demonstrado que o ataque terrorista do dia seguinte, do qual resultou a morte de uma mulher polícia, foi feito por um conhecido dos terroristas islâmicos, que se dirigia à redação de uma cadeia de televisão para cometer outro massacre contra a liberdade de informação e expressão!)

O discurso tuga refere inúmeras vezes um atentado sem vítimas a um kebab, em Lyon, como para fazer passar a ideia, pela repetição até à exaustão, de que está tudo no mesmo nível de atrocidade.

O tuga - sobretudo o tuga da "élite" tuga com amplo acesso aos "media" tradicionais - é um espécime que ainda não está devidamente esclarecido se se encontra mais próximo do Homem ou do Macaco.

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