Como é que a supervisão não viu nada disto?

a PwC comunicou ao Banco de Portugal e à CMVM o financiamento encapotado do BES a entidades não residentes para a aquisição de acções do próprio banco, da PT e da PTM, a empresa que deu, posteriormente, lugar à Zon. Face à gravidade do que encontraram, sabe a muito pouco. Foi um mau juízo de valor. Em segundo lugar, ficam as perguntas para a KPMG, a auditora que se seguiu e que, até 2013, terá convivido bem com os riscos apontados pela PwC.

Depois, como é que a supervisão não viu nada disto, nada do que foi apontado pelo relatório da PwC em Maio de 2001? Nem terá levado a sério as participações da PwC, no mínimo uma pista relevante para merecer uma investigação. Em particular Vítor Constâncio, tem explicações a dar sobre o que (não) fez, especialmente porque é hoje vice-governador do BCE.

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