O caso Sócrates, a perversão, a questão da nacionalidade e o papel das Forças Armadas

Basicamente, quanto ao assunto que serve de base da reflexão, só tenho a comentar que já que a justiça demorou (relativamente) tanto tempo a investigar uma figura que desempenhou o mais alto cargo executivo público e alega uma herança que dá para viver, em Paris, numa das zonas mais caras, e ser um "habitué" dos restaurantes "michelin" da capital francesa, que são dos mais caros do mundo (é certo que este género de investigação é muito complexa, especialmente porque a criação de um salário pago por uma multinacional tornaria a situação credível, pelo menos para @s "crentes"), ao menos que tenha constituído um "dossier" sólido (a strong case).

[claro está que se espera o mesmo alto nível de investigação para o caso dos submarinos e Pandurs, para a condenação com pena de prisão efetiva dos responsáveis pelo colapso do BES com a recuperação dos milhares de milhões desaparecidos, o caso dos "golden visas" e o SIS - os muito estranhos "serviços secretos" que tentam bloquear o excelente trabalho da PJ de combate ao crime e à corrupção de Estado, e à lavagem de dinheiro (sendo este um tema que terá de dar que falar, pois se o SIS tenta boicotar um combate liminarmente vital para a sobrevivência do país, há que apelar a outras Forças, para defender, militarmente, se necessário, o Estado de Direito) - e também para este género de ajustes diretos]

Já um dia escrevi que a estrutura perversa não se confina a um comportamento específico. A estrutura do perverso é contagiante a todas as facetas da existência do perverso, desde as suas práticas sexuais até à sua intervenção pública. O caso Sócrates é, digamos, o "case study" português contemporâneo porque Portugal está recheado deles. E nem sequer estava a pensar no caso Casa Pia...

Freud disse que o ciúme era uma manifestação da homossexualidade latente. Num país em que 51,8% das mulheres (cinquenta e um por cento e oito décimas) sofreu agressões dos "companheiros", num país em que o lobby gay continua a dominar, a teoria de Freud assume particular relevância. Em deterimento da teoria (forçada há que dizer) de Lacan, que tenta provar que o homossexual pode ter um comportamento "normal" de acordo com a sua estrutura psíquica feminina ("esquecendo-se" de  explicar os gays "ativos", os que assumem o papel do homem). Por mais cultural e politicamente correto que as coisas sejam impostas a História será inexorável. E mesmo que, numa atitude tipicamente tuga, tentem escondê-la, a Verdade virá sempre ao de cima, mesmo que tal demore séculos.

Portugal não sairá bem. E não será somente uma questão de imagem. Os portugueses sobrestimam o papel de Portugal, numa manobra típica de sujeitos com um vínculo egocêntrico patológico. Impérios relevantes desapareceram quanse sem deixar rasto. Portugal teve uma importância contextualizada, que morreu com a modificação do conxtexto. Portugal poderia hoje ser um Estado consistente, como outros pequenos estados, dado que para manter a consistência de um pequeno território com 10 milhões de pessoas não são necessários rasgos de génio. Bastava transparência, inteligência normal, estando a primeira dependente desta, e, sobretudo, (parece um cliché mas não é) respeiro "religioso" pel@ outr@. Nada disso aconteceu (talvez porque, devido ás "peculiaridades" deste povo - ou de partes significativas dele - não poderia de qualquer das formas acontecer) e Portugal encontra-se num processo de "decadência irreversível", muito mais profundo e radical que aquilo que José Saramago poderia imaginar quando fez tal afirmação.

Não sei se a separação entre o Norte - de origens Celtas - e o Sul - de origens árabe - poderia, hipoteticamente, conduzir à formação de dois Estados viáveis e prósperos. Mas, se um deles o conseguisse [o que não é de todo "líquido": basta pensar-se que Duartes Limas,Varas e Sócrates são nortenhos, sendo praticamente "transmontanos de gema", bha!] já estaria plenamente justificada a separação. O idioma não é o fator essencial para o sentimento de pertença. O idioma é um dos multiplos aspetos sócio-culturais que podem modelar o sentimento de pertença.

Pós-post: qual é o cúmulo da perversão? São os perversos tugas gays, a generalidade não assumidos, escondendo das pobres ingénuas - muito "cóitadinhas" - mulheres com as quais se casaram, e/ou com as quais mantêm relações de domínio, porcos sebentos esses que frequentemente mantêm as mulheres medievalmente controladas enquanto andam nas suas atividades (para mim) imundas. Esta perversão está generalizada pelo menos no sul costeiro de Portugal. Muitos desses suínos são autores da pior violência doméstica que a comunidade internacional tem memória e, para os combater com eficácia, são necessárias medidas de excecionalidade [defendo que não devem haver considerações relacionadas com "direitos humanos" em relação aos "grandes perversos" - esta "espécime" (na qual se incluem os abusadores de crianças, que não raramente coincidirão com os porcos gays agressores de mulheres) não é recuperável, não é "tratável", não é "curável" -  "grandes perversos" esses que não hesitarão em privar outros seres humanos (mulheres e homens, já que se tratam de bestas "anfíbias", uma vez que dessa forma conseguem dominar e manipular um leque mais alargado de outros seres) da sua autonomia física e psicológica. e frequentemente da própria vida. Este é, em meu entender, um aspeto essencial para a sobrevivência do lugar, com legitimidade (porque sem legitimidade já existem uma infinidade de Estados crápulas que todos desejamos que desapareçam).

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