Da "Ibéria": atrasada e totalitária e da perversidade estrutural dos tugas

“Não matará o processo soberanista, antes o reforçará.”

{devo acrescentar que o editorial do CM de 1 de Outobro, dia da Música, que não necessito de comemorar porque a música é a constante mais permanente deste blogue, tem uma pertinência óbvia, mas isso, de todo, não invalida a vontade independentista, mas, claro, há um mau exemplo - para além da corrupção dos governantes catalães - aqui bem ao lado: Portugal conseguiu manter-se independente e é o que se vê. No entanto estou convencido que com a Catalunha, devido à sua dependência da França - se se quiser manter independente por muitos e longos anos - será diferente. De resto na Catalunha não há a quantidade de perversos e porcos que existe em Portugal, que são um dos fatores da decadência acelerada do lugar, que de resto peca por tardia: face à "real realidade" de Portugal, dos portugueses, a sua desagregação deveria ter acontecido há muito. A UE, o seu projeto imaginário e a chuva de fundos, evitaram - temporariamente -  o inevitável colapso, que "in extremis" poderia passar por estes: se mataram o "rei-bicha" [ou será que se fez passar por morto e ficou por lá a disfrutar de lugares onde só os ricos tinham (e têm, pois aquelas sociedades "tradicionais" não mudam) acesso ás mulheres? Um "filão" inesgotável, portanto...] - bicha (*) (e o que se segue é o essencial) porque foi abusado pelo seu tutor jesuíta, quando criança,  sendo o criminoso pedófilo branqueado por praticamente todos os historiadores tugas - também podem tomar conta do charco podre e limpá-lo, se conseguirem...}


(*) evidentemente que D. Sebastião foi humilhado e ridicularizado pelos historiadores, que têm toda a responsabilidade no branqueamente do seu abusador, até agora imune (a impunidade sempre foi uma constante de que bandidos e perversos portugueses sempre disfrutaram). Por isso há que proclamar, claramente, que um monstro jesuíta - Luís Gonçalves da Câmara - abusou repetidamente da criança que era D. Sebastião, transformando-o na "bicha", histérica e fútil, que inevitavelmente teria de resultar de uma criança abusada repetidamente pelo seu tutor e confessor! Os portugueses são especialistas em transformarem as vítimas em culpados, logo, o que se pode ler de D. Sebastião - escrito por gente altamente cultivada, informada e com acesso ás fontes - é a sua permanente ridicularização, transformando-o na vítima, fraca, de uma doença "rara", e o branqueamento do monstro que originou aquela patética deformação de caráter, a sua liminar estupidez (assim como de todos os que o rodeavam: um bando de "bichas" imbecis que imitavam o rei), que está relacionada com a sua histeria estrutural, ambos de todo não "genéticos" mas resultado dos abusos que sofreu enquanto criança. Mais um crime monstruoso que ficou impune (mais recentemente o gay-assassino Padre Frederico foi escandalosamente protegido pela igreja - era o secretário particular de um bispo, pois claro... - e a "justiça" deixou que se escapasse para o Brasil, onde vive impunemente, dando livre curso ás suas perversões), porque a consequência, mínima, face à atrocidade cometida e à cumplicidade, dos historiadores tugas, foi a perca temporária da independência durante  60 anos, muito pouco tempo, e, afinal, independente e soberano, não mudou substancialmente depois de tantos séculos e, portanto, o seu futuro não será - e, em boa verdade, não merece que seja - brilhante. Afinal os crimes pedófilos parecem fazer parte da "essência" deste "bom povo": as estatísticas dos abusos "dentro de portas", o que se vai sabendo, ultimamente (porque antes ficava literalmente tudo "dentro de portas"), falam por si.

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