Casamento sem amor

Embora seja difícil definir exactamente a quando remonta a origem da Escócia, sabe-se que os romanos ergueram a Muralha de Adriano no ano 122 para se protegerem das tribos caledónias e marcar a fronteira norte da Inglaterra.
Cerca de 700 anos depois, face à crescente força ameaçadora dos vikings, Kenneth MacAlpin ou Kenneth I, conseguiu unir os Pictos e os Escotos e ficou para a história como o fundador da monarquia escocesa.
Chamado a arbitrar a sucessão dinástica escocesa, o rei de Inglaterra, Eduardo I proclama a sua suserania e invade a Escócia em 1296, dando o tiro de partida para as guerras da independência que vão durar até 1357, já depois da vitória esmagadora do exército escocês liderado por Robert Bruce contra os ingleses na batalha de Bannockburn, em 1314. A Escócia recupera a sua independência.
Em 1502, o tratado de paz perpétua, assinado por James IV da Escócia e Henrique VII de Inglaterra, tem por objectivo por termo aos combates esporádicos entre os dois Estados. Para selar o pacto, Henrique VII oferece em casamento a sua filha Margarida ao rei da Escócia.

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