A profunda brutidão aliada à radical falta de inteligência resulta nos "nacionalistas" tugas *

“O PNR quando desce à rua no 10 de Junho [Dia de Portugal] quantas pessoas consegue levar? Umas 100 pessoas – 150 quanto muito. A manifestação maior que conseguiram organizar foi em 2007”, recorda. Foi depois do pseudo-arrastão na praia de Carcavelos, em Cascais. Um grupo de jovens oriundos dos subúrbios correu à frente da polícia e a polícia passou aos media a ideia de que corria a assaltar banhistas e os media apressaram-se a difundi-la. “Eram o quê? 500 pessoas?”

* onde se mistura o pior dos "dois mundos"... são poucos, querem parecer muitos e o Estado é obrigado a mantê-los sob apertada vigilância, para que não imponham a sua cognição anedoticamente básica e o seu elementarismo primata aos outros.

"aqui, como noutros países europeus, muito se desconfia do Parlamento, do Governo, dos partidos, e muito se teme o “outro”, o que é diferente, mas parece-lhe evidente que isso é expresso de outra forma: os portugueses não votam ou votam em “outsiders” como Marinho Pinto ou Fernando Nobre."

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