Por cá *

Albert Ebossé, jogador de futebol camaronês, 24 anos, morreu no domingo. Havia emigrado para jogar na 1ª divisão argelina, na idade de todos os sonhos. Marcara até o único golo da sua equipa (JS Kabilylie), o que não impediu a derrota por 1–2. Foi barbaramente atingido por uma pedrada na cabeça quando regressava aos balneários. Adeptos – inconformados com a derrota — atiraram pedras, como se do outro lado pedras estivessem.
Eis dois exemplos dramáticos do lado mais perverso do desporto. Por um lado, o totalitarismo mais cruel e desumano a impor as regras e a esmagar a liberdade mais singela. Por outro lado, a fúria totalitária de quem vê um simples jogo de futebol como se de uma guerra se tratasse.
Curioso é que por cá, a notícia da brutal morte do jovem africano surge no “rodapé” jornalístico. Mesmo no desportivo. Esta semana, o que vai alimentar a semana noticiosa é, bem mais prosaicamente, saber se um treinador expulso vai ou não estar no banco no próximo dérbi.
* no lugar da absoluta estupidez, generalizada e institucionalizada.

Por lá *
Un chef cuisinier d'un restaurant de Foshan, dans le sud de la Chine, a été mordu à la main par un cobra qu'il devait cuisiner en soupe, rapporte, samedi 23 août, le Daily Mail (lien en anglais). Il avait pourtant coupé la tête du reptile plus de 20 minutes avant, et découpé le reste de son corps en morceaux.
* a vingança da cobra.

Por cá
Dos "reguladores", pagos a preço do ouro, envolvidos na pornografia da total desregulação prática e "inside trading", mas muito "discretos", claro, do $$$ dos contribuintes desperdiçado a rodos e de alguns tipos arrumadinhos 

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