As "pipas de massa" de uma UE que não é dos cidadãos

"A política comunitária nunca privilegiou a coesão social. Bruxelas sempre se preocupou mais com banqueiros do que com desempregados."

A "desgraça" da bancocracia evidenciou a falácia de que os privados geriam melhor e faziam mais com menos. E já nem me refiro à Educação onde têm falido várias universidades privadas a par dos escândalos de privatização de lucros no não superior em cooperativas que precarizaram professores e outros profissionais.

Há concerteza lugares piores do que outros e alguns só parecem mudar se forem usados remédios à chinesa, porque a justiça tuga é o que se sabe (ainda que, a tuga justiça, saiba bem do que se passa). O que em boa verdade não surpreende, já que as instituições e o Estado tuga servem unicamente para os grandes negócios da boyzada de Estado aliada aos banqueiros e para sacar o dinheiral da UE diretamente para os bolsos da boyzada, coisa que a UE conhece muito bem (mas o importante é que o "mercado liberal" funcione e que os grandes grupos financeiros internacionais, apoiados nas máfias locais. levem os seus negócios avante). Temos portanto um país sem jovens produtivos (os que o são "desandam", evidentemente), totalmente minado pela corrupção, mas que - sobretudo - garante aposentações douradas (e acumulações, em alguns casos) a toda a boyzada que se apoderou do aparelho de Estado, "justiça" e "reguladores" incluídos. É isto minimamente sustentável e aceitável? A UE conhece bem a corrupção institucional que mina o "projeto europeu" e que destruiu quaisquer "laços de solidariedade" que o podiam sustentar. A UE escolheu um sujeito com elevadas responsabilidades na destruição do lugar Portugal para presidente da CE, durante mais de uma década, e outro que "supervisionou" (ha, ha, ha) mais de 10 anos o sistema bancário do lugar,  para vice-presidente do ECB. Só por esta falta de respeito, insultuosa, aos portugueses que sofrem as agruras de toda a corrupção institucional e de Estado, a UE merece desaparecer.

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