Bicha Ferreira* e o resto da tralha **

ávidos das negociatas, cargos e o deslumbre da pseudo-alta-cultura

* o mesmo que encomendou uma ópera americanorepetitiva (da qual o próprio compositor disse ser uma "coisa fraca"), na qual se gastaram 5 milhões de contos (contos, senhor@s!), e da qual nem os manuscritos originais ficaram! (a aberração é pelo menos quádrupula, sem contar com a personagem que decidiu a ecomenda: começa com a escolha do compositor e o seu estilo e estéticas americanas; o dinheiro gasto com uma obra mediana, para não ser muito desagradável; o facto de quem assim desbaratou os dinheiros públicos não ter acautelado que o Estado ficasse com o original do manuscrito; a afronta a grandes compositores vivos à época - desprezados pela asquerosa tralha tugosa - como Jorge Peixinho)

** também lá aparece o que defendeu com unhas e dentes (no tempo em que era simultaneamente crítico, consultor, programador e professor, pouco antes de ser diretor e governante...) uma pseudo-ópera (que parece ter sido mais um compêndio de cancionetas "giras", ao qual decidiram chamar ópera e levá-l@ à cena no teatro nacional de ópera...), de um amigo (pois claro...), n@ qual se gastaram cinquenta mil contos (uma ninharia, se comparados com o que o Estado gastou na ópera minimal-americana, e, pelo menos, os manuscritos devem andar por aí... ainda que ninguém os queira literalmente para nada...)

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