É politicamente incorreto e bastante chato para o poderoso "lobby gay" (&) mas é uma verdade elementar */**

“O desenvolvimento harmonioso da personalidade da criança exige um pai homem e uma mãe mulher – e não um homem a fazer de mãe e uma mulher de pai

(&) que tanto está (muito bem) instalado à direita como à esquerda.

* e obviamente a UE não vai longe com "cantoras" de barba a proclamarem que "isto" é a verdadeira Europa da tolerância, quando a corrupção mina totalmente e fatalmente uma parte muito substancial dos Estados da tal "europa da tolerância", não sendo o combate à corrupção uma prioridade de facto para esta "europa". Parte substancial dos defensores desta "tolerância" têm sido parte ativa da grande corrupção institucional, que conduziu os países do sul, tradicionalmente corruptos e desiguais, à ruína e vai conduzir a Europa à tragédia.

** nem é sequer necessário citar Freud para alicerçar as afirmações de Marinho e Pinto. Evidentemente que a homossexualidade (#) é uma perversão, evidentemente que uma "família gay" desestrutura o desenvolvimento da criança e evidentemente que uma Europa dominada pelo "lobby gay" vai acabar em tragédia.

(#) alimentada frequentemente por sociedades "tradicionais", machistas e fechadas, onde as mulheres eram estigmatizadas (na melhor das hipóteses) se ousassem estabelecer contactos não aceites socialmente com o sexo oposto, onde a "virgindade" (ha, ha!) era exigência, o que tornava as mulheres, fora do casamento, somente acessíveis aos endinheirados e onde parte substancial dos homens acabam a "satisfazer-se uns aos outros" (e depois ganharam esse "hábito"...), sendo portanto a homossexualidade uma perversão resultante de sociedades aberrantes, disfuncionais e perversas (porque o próprio casamento acaba vedado a quem não tenha posses de manter uma família, enquanto os endinheirados têm mulher, ou mulheres, "oficiais" mais as amantes). Se olharmos para os homicídios perpetrados pelos "companheiros" e "ex-companheiros", em Portugal, só podemos concluir que Portugal, apesar das roupagens de "modernidade", continua a ser uma dessas sociedades fechadas, aberrantes e pervertidas, sendo a homossexualidade somente uma das facetas de uma disfuncionalidade estrutural. Aliás é paradoxal que um país atrasado e nalguns aspetos semi-feudal, onde se encobrem crimes asquerosos, onde a grande corrupção institucional conduziu à bancarrota do Estado, onde as "forças da ordem" estão minadas de corruptos e criminosos e a justiça é podre, ineficaz para os pobres (fantástica para os ricos) e totalmente fora de controle dos cidadãos e das instituições eleitas, pretenda ser tão "avançado" nos direitos dos homossexuais, normalmente muito bem instalados no cerne dos vários poderes, onde, consistentemente, protegeram e favoreceram "amigos" e "companheiros", em prejuízo de outr@s bem mais relevantes. São responsáveis de destaque no estado a que o lugar chegou.

A profunda desonestidade intelectual dos "pensadores" (porque certas "teorias" são meras divagações de quem se compraz, as quais não elevaria ao nível de "pensamento complexo") gay tem um dos seus expoentes em André Gide, que se foi satisfazer na Algéria e depois elaborou que de norte para sul é um percurso do fechamento à abertura e luminosidade. Se pensarmos na realidade das sociedades escandinavas, bem ao norte, e na atrofia das sociedades do sul da Europa, especialmente no tempo de Gide quando eram tipicamente semi-feudais, e na realidade das sociedades árabes, onde Guide se foi satisfazer, realidade essa que não mudou substancialmente até aos dias de hoje, está tudo dito sobre "pensadores" gay, como Gide.

Neste caso particular eu diria que sociedades aberrantes produzem (e atraem) seres aberrantes. Essas sociedades tendem para o auto-extremínio: basta pensar-se na sistemática e tremenda mortandade causada por pseudo-factos de uma pseudo-história, nuns casos, e no fatal desiquilibrio demográfico, originado por sociedades corruptas e disfuncionais, em outros casos. Países como a Espanha e a Itália que aparentemente souberam acompanhar, de algum modo,"os tempos", provavelmente subsistirão, ainda que a Espanha deixe de ter a sua configuração atual, da qual emergirão pelo menos mais dois Estados, a Catalunha e o País Basco, que possuirão dinâmicas que rapidamente os imporão num Espaço Europeu novo e reconfigurado, depois do colapso de uma UE estúpida e ineficaz, dirigida por gente radicalmente mediocre.

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