Três anos de Troika fizeram o PIB recuar 14 anos e o número de empregos recuar 17

Nos primeiros três meses de 2014 foram destruídos 42 mil postos de trabalho que acabaram por não ser refletidos no desemprego por causa da emigração e dos desencorajados. O défice da balança comercial agravou-se porque as exportações dependem absurdamente de um único produto, combustíveis. E a refinaria da Galp em Sines, que o governo jurava não determinar o aumento das vendas para o exterior, agora é a desculpa perfeita para a sua quebra "pontual". A única coisa que retomou na retoma do governo foi o crescimento negativo do PIB (-0,7% no primeiro trimestre).


“Na administração pública, os cidadãos passaram a ser clientes, numa lógica transaccional, quando a nossa relação com o Estado é de cidadãos”, observa António Bagão Félix, ministro da Segurança Social e do Trabalho de Durão Barroso. “Isto é muito visível na Saúde”, exemplifica. A alteração vai num só sentido. “Enquanto se chama cliente a quem recorre aos serviços públicos, continua-se a chamar contribuinte a quem paga impostos, mas pela mesma lógica este último devia ser apelidado de accionista do Estado

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