O que torna as aposentações ultra-pornográficas, vergonhosas, chocantes, do Jardim Gonçalves e Cª ainda mais ofensivas *

BPN e BPP concentraram, Nos últimos anos,todas as atenções, mas foi o BCP que determinou as decisões políticas que conduziram o país até ao resgate internacional.

A tese está exposta no livro “Jogos de Poder”, do jornalista paulo Pena, que explica como a banca acumulou lucros alimentados pelo endividamento das famílias e do país, à sombra do imobiliário e dos negócios garantidos pelo Estado. O desfecho da história é conhecido: três anos de austeridade e a maior crise que o país já viveu.
“A versão que nos venderam é que andámos a viver acima das nossas possibilidades”, defende o autor, para quem a “crise é muito mais complexa e resulta, sobretudo, do evidente resgate à banca do centro da Europa.”
Os bancos portugueses tinham pedido muito dinheiro emprestado aos congéneres alemães e franceses e os investidores internacionais estavam atentos às contas públicas para saberem se o Estado “tinha condições para acomodar a banca, caso viesse a falir”.
Não foi apenas o BPN ou o BPP. Todos os bancos contribuíram, segundo Paulo Pena, mas há um que se destaca: o BCP. O maior banco privado vivia a sua própria crise quando surge o “subprime” e o “crash” de Wall Street, em 2008. Na administração do BCP, assistia-se a uma dança de cadeiras, entre Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal.

* o "sistema liberal" não é somente injusto, mas é um sistema fundamentalmente perverso e terrorista, que permite que BPN's, BPP's e BCP's destruam as pessoas, enquanto os responsáveis se banham em aposentações e "bonus" ultra-platinados, pag@s pelas suas vítimas.

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