Portugal necessita de uma guerra contra a Máfia de Estado

CM: 4 mil milhões extra para as PPP (que ultrapassarão, em previsão benigna, os 25 mil milhões, afirma o juíz jubilado Carlos Moreno). O que está a acontecer em Portugal é de longe muito pior que aquilo que levou os ucranianos a pegar em armas. Fica muito bem andar a embandeirar enquanto se permite que no lugar continue a mandar e a dispôr a pior das máfias de Estado: a supostamente legal que fez - e faz - as leis à medida, a porca máfia do centrão, que arruinou o país, levou as pessoas à miséria e continua a defender os interesses dos grupos económicos que, através da Máfia Portuguesa do Centrão, impuseram contratos absolutamente criminosos e os mantêm sob o pretexto perverso, aberrante e nulo, de respeitar os ditos contratos criminosos. Se o governo defende "o Estado não deve pagar" (será que defende mesmo?), simplesmente não paga. A Islândia não pagou aos bancos ingleses. E depois? Depois nada. Mas trata-se de um show-off porque, na verdade, o governo deseja pagar; o governo deseja respeitar os contratos criminosos.

Submarinos: "Contas secretas recebem mais de vinte milhões de euros - A ESCOM-UK, ex-empresa do Grupo Espírito Santo, que apoiou o consórcio alemão que vendeu os submarinos a Portugal, transferiu, em dezembro de 2004 e julho de 2005, 20,2 milhões de euros para duas contas bancárias desconhecidas" (Correio da Manhã, 22 fevereiro, pag 21)

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