A avaliação individual de desempenho como instrumento de repressão

Para ter uma boa avaliação é importante ser “positivo“ (o que significa oferecer as suas ideias mas nunca criticar as ideias do chefe), ser “construtivo” (o que significa nunca criticar as opções da organização), ser um “team player” (o que significa obedecer às instruções mais cretinas que venham de cima e não sonhar em ter qualquer tipo de actividade sindical), estar “disponível” (o que significa fazer horas extraordinárias sem compensação), “vestir a camisola” (o que significa esconder ilegalidades cometidas pela organização), etc., etc...

Nota: esta "positividade" é para legitimar os comportamentos criminosos de parte de um certo empresariado tuga (empresariado-tecnoforma especialmente especializado em como sacar subsídios ao Estado e à UE), que não perderá o "momentum" para fazer exigências eventualmente não verbalizadas, mas sub-entendidas (e todos sabemos bem a perversidade e as perversões que por cá grassam), criminosas, que com isto passarão a ser parte da tal "positividade" do "team player"... Uma lei de bandidos para bandidos, à medida d@s colaborador@s, futur@s empresári@s de sucesso concerteza, do horizontal.

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