Nadezhda Tolokonnikova passou para uma cela solitária

A advogada teme pela segurança de Nadezhda Tolokonnikova, agora isolada. “Os responsáveis da administração podem entrar na cela, e do que ela se queixa justamente é de ameaças da administração”, cita a agência.

Na carta, a activista denunciava ameaças e a intimidação dos responsáveis para impor o silêncio. Na colónia penal n.º14, “ninguém ousa desobedecer”, dizia ainda. O trabalho forçado ocupa dois terços das horas do dia, o repouso permitido é de quatro horas por noite e o dia de descanso apenas acontece uma vez em cada mês e meio. As mulheres são frequentemente espancadas, dizia ainda. Vivem “aterrorizadas”, “têm medo das próprias sombras”.

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