Americanos criticaram duramente Machete

facto de a fundação "continuar a gastar 46% do seu orçamento de funcionamento nos seus gabinetes luxuosos decorados com peças de arte, pessoal supérfluo, uma frota de BMW com motorista e 'custos administrativos e de pessoal' que incluem por vezes despesas de representação em roupas, empréstimos a baixos juros para os trabalhadores e honorários para o pessoal que participa nos próprios programas da FLAD".
Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete, de 73 anos, tornou-se administrador da FLAD em 1985, logo quando a fundação foi criada com dinheiro dos EUA no âmbito do acordo das Lajes, tornando-se seu presidente em 1988. Foi substituído no cargo por Maria de Lurdes Rodrigues em 2010.
Apesar de ter sido presidente durante vários anos do Conselho Superior da SLN, a sociedade que foi proprietária do BPN, o banco nacionalizado pelo Estado em 2008 e que envolve um custo de mais de quatro mil milhões de euros para os contribuintes, esse facto não consta do seu currículo oficial.
Machete também foi, entre muitos outros cargos, presidente do Conselho Fiscal do Taguspark, sociedade que se viu envolvida num processo-crime a propósito de um contrato publicitário com o ex-futebolista Luís Figo e de ligações consideradas suspeitas à campanha para a reeleição do então ex-primeiro ministro socialista José Sócrates, em 2009.

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