Em Portugal seria o império da cunha e do vale tudo

Basta ver o que aconteceu em algumas instituições do ensino superior, onde  verdadeiros "chicos-espertos" se apoderaram dos departamentos. "Mérito" é o que radicalmente falta em alguns departamentos do ensino superior. Devido à tal "autonomia"... A escolha dos docentes pelas direções dos agrupamentos do ensino obrigatório seria uma anacronia, uma aberração, que originaria um império da cunha e do total despotismo *. Isso só faz sentido em casos muito específicos, no ensino muito especializado, que são menos de meia dúzia de escolas em todo o país. As instituições que formam professores para o ensino obrigatório só devem poder manter as portas abertas se formarem com qualidade e não derem equivalências administrativas (coisa que só deve ter acontecido em escolas superiores e/ou institutos privados...). Garantir a qualidade dessa formação base é o papel do MEC.

* basta pensar-se nos casos de insultos continuados e agressão a professores, que foram escondidos, ou camuflados, por várias direções de escolas... que, diga-se de passagem, muitas vezes também têm mêdo dos alunos agressores e respetivos familiares... e seria caso para ter...


Afinal é para daqui a 10 anos* e foi a jornalista que lhe armou uma ratoeira, quiçá para ajudar à "tramação" dos profs brasileiros... (há-de ficar com muitos amigos entre os profs** brasileiros)

* em 10 anos Portugal será um lugar deslumbrante e maraBilhoso, totalmente liberto da corrupção e das cunhas...

** num blogue posso escrever "profs", mas os "media" tradicionais não podem escrever como se escreve nos blogues, entendidos?


Um comentário a propósito de alguém que terminou o mestrado em ensino com a média de 17:

"Anónimo 
Depende da Universidade onde tiras-te a licenciatura e mestrado ! Nas Privadas é fácil ter essa nota ! Paga-se ! O caso Relvas - 18 valores ! Sem ir às aulas !!!!! A nota é importante se for numa pública !"

 Comentário sobre o comentário:

Tiraste - segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo tirar; diferente de "tiras-te" - verbo tirar em conjugação pronominal reflexa (aquela em que o verbo aparece conjugado com os pronomes pessoais reflexos: me, te, se, nos, vos e se, separados por hífen)."

Comentários

  1. Tiraste - segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo tirar; diferente de "tiras-te" - verbo tirar em conjugação pronominal reflexa (aquela em que o verbo aparece conjugado com os pronomes pessoais reflexos: me, te, se, nos, vos e se, separados por hífen).

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