Revoltados e tristes

Contestam medidas concretas que o Governo quer impor, como a mobilidade especial ou o aumento do horário de trabalho. E sentem que a sua profissão está a ser vítima de um ataque e de falta de respeito. Foi com este sentimento que milhares de professores se manifestaram neste sábado em Lisboa, na antecâmara de uma “grande greve” na segunda-feira, primeiro dia de exames do secundário.

"É preciso libertar a escola pública do sequestro imposto pelo governo e pela troika", afirmam as 25 figuras da cultura portuguesa que lançaram o manifesto "Obrigado professores", em apoio à greve contra os cortes e despedimentos na Educação.

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