“Elites portuguesas corruptas decididamente não querem nada com os investidores angolanos”
Querem, querem! Elas são mestiças, elas são "africanistas", elas são "sambistas" e só sonham com o que está por debaixo do solo de Angola.
'"Anda por aí muito assassino com as mais altas condecorações portuguesas. Alguns até se opuseram ao 25 de Abril de 1974 e tentaram salvar o império combatendo ao lado das tropas do regime de apartheid da África do Sul ou integrando esquadrões especiais armados pelo ditador Mobutu"'
(deveriam então avançar com os nomes e os actos cometidos)
'"Anda por aí muito assassino com as mais altas condecorações portuguesas. Alguns até se opuseram ao 25 de Abril de 1974 e tentaram salvar o império combatendo ao lado das tropas do regime de apartheid da África do Sul ou integrando esquadrões especiais armados pelo ditador Mobutu"'
(deveriam então avançar com os nomes e os actos cometidos)
“Qualquer pobre diabo que soletre umas palavras contra o Executivo de Angola ganha em Lisboa o estatuto de activista dos direitos humanos e tem todo o espaço nos órgãos de comunicação social. Angolano que em Lisboa insulte os titulares dos órgãos de soberania de Angola é um herói para os portugueses. É assim desde o 25 de Abril e tem-se agravado desde que os angolanos começaram a investir em Portugal”, argumenta.
O problema afinal não parece ser as corruptas "elites" portuguesas mas a (não) adequada defesa do conhecido elevado grau de transparência do sistema (familiar) angolano, coisa que para ser realmente eficaz implicaria censuras na imprensa portuguesa (tudo em nome do espírito dos bons negócios e da fraternidade entre as "elites", claro). Mas faz-se sempre o que se pode, claro. Há sempre um potencial submarino à nossa espera para ser comprado com contrapartidas fabuluozuas.
