Esqueci-me de tomar a pílula da manhã
E, quando um velho irrelevante e imbecil andaluz me disse que Portugal era uma província de Espanha, irritei-me, muito... eu que não sou de todo nacionalista...
Os espanhóis julgam-se uma grande coisa, mas nem sequer se deram conta, ao longo das décadas em que arrogantemente se convenceram que eram ricos e desenvolvidos, que, pelo menos na Europa, um país de 40 milhões de habitantes, que gostam de carros e lcd's fabricados pelos outros, não pode viver na base das exportações de laranjas e tomates. Os espanhóis sempre foram "grandes" quando a força bruta dominou. Nas conquistas e na colonização, nomeadamente. E no futebol, que é uma coisa que de facto tem garantido o bem estar social e a justiça e transparência do Estado... Sempre que domina a inteligência Espanha fica automaticamente reduzida à sua real dimensão: fanfarronice, muito amor próprio, laranjas e concentrado de tomate. Ha, ok, e a Zara... É verdade que as mulheres espanholas são independentes e têm "carácter". Mas será isso suficiente para inaugurar um novo periodo da história das mentalidades e consequentemente da história económica e social em Espanha?
O patético desta história é a da pateticidade dos portugueses: se um português se atrevesse a mandar bocas do género em Espanha ter-lhe-iam posto uns "patins" e arranjado forma dele se estampar contra uma parede de cimento. Em Portugal limitam-se a tolerá-lo e até o defendem contra os próprios portugueses que se manifestam chocados pelo facto de um velho imbecil andaluz se atrever a mandar bocas destas em Portugal. Valha-nos os catalães e os bascos que o tratariam com a medida própria. A questão é que lá ele nem sequer equacionaria atrever-se a mandar as bocas que manda em Portugal...
Já agora, seria de questionar até que ponto é legítimo que a "justiça" portuguesa ande a extraditar os ditos "terroristas" da ETA, quando existem suspeitas de que podem ser torturados nas prisões espanholas. Até nisto os portugueses se aproximam da condição canídea. Quanto à viabilidade da economia espanhola, e da Espanha como um todo, isso ainda está por provar.
Claro que há exemplos pertinentes (um termo curioso neste contexto) vindos de Espanha:
Os espanhóis julgam-se uma grande coisa, mas nem sequer se deram conta, ao longo das décadas em que arrogantemente se convenceram que eram ricos e desenvolvidos, que, pelo menos na Europa, um país de 40 milhões de habitantes, que gostam de carros e lcd's fabricados pelos outros, não pode viver na base das exportações de laranjas e tomates. Os espanhóis sempre foram "grandes" quando a força bruta dominou. Nas conquistas e na colonização, nomeadamente. E no futebol, que é uma coisa que de facto tem garantido o bem estar social e a justiça e transparência do Estado... Sempre que domina a inteligência Espanha fica automaticamente reduzida à sua real dimensão: fanfarronice, muito amor próprio, laranjas e concentrado de tomate. Ha, ok, e a Zara... É verdade que as mulheres espanholas são independentes e têm "carácter". Mas será isso suficiente para inaugurar um novo periodo da história das mentalidades e consequentemente da história económica e social em Espanha?
O patético desta história é a da pateticidade dos portugueses: se um português se atrevesse a mandar bocas do género em Espanha ter-lhe-iam posto uns "patins" e arranjado forma dele se estampar contra uma parede de cimento. Em Portugal limitam-se a tolerá-lo e até o defendem contra os próprios portugueses que se manifestam chocados pelo facto de um velho imbecil andaluz se atrever a mandar bocas destas em Portugal. Valha-nos os catalães e os bascos que o tratariam com a medida própria. A questão é que lá ele nem sequer equacionaria atrever-se a mandar as bocas que manda em Portugal...
Já agora, seria de questionar até que ponto é legítimo que a "justiça" portuguesa ande a extraditar os ditos "terroristas" da ETA, quando existem suspeitas de que podem ser torturados nas prisões espanholas. Até nisto os portugueses se aproximam da condição canídea. Quanto à viabilidade da economia espanhola, e da Espanha como um todo, isso ainda está por provar.
Claro que há exemplos pertinentes (um termo curioso neste contexto) vindos de Espanha:
”Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros”, diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.
