Dos velhos (comparar com a reforma do velho Jardim bem protegida pela portuguesa "justiça")
Como todos sabemos, os velhos já não são o que eram quando se reformavam aos 65 e morriam logo a seguir, ali de forma fulminante com a bendita trombose ou o adequado ataque cardíaco fulminante, abençoados que eram. Agora dignam-se viver mais uns anitos, têm esperança de vida, mas o raio é que têm catarro, gota, maleitas daquelas neurológicas e outras ortopédicas, artroses e ateroscleroses. Têm tremeliques e as famílias, mesmo dos proletas, querem cuidados paliativos como se fossem gente rica e pudessem pagar, que isto do Estado Social não é coisa para todos, pois há que pagar os desfalques do Oliveira e Costa e não mugir, ou melhor, há quem munja (o leitinho da teta gorda do Estado em subsídio) e quem muja (porque agora vais despedido e levas meio tostão de mel mal coado).
