Deixem-me ver se percebo (sem desenho)
O "jovens cineastas" portugueses "mexeram-se bem" e conseguiram que lhes paguemos direitos de autor quando compramos uma simples "pen" para guardarmos as nossas imagens e trabalhos.
No entanto, um desses "jovens cineastas", não hesitou em usar um quarteto de Schubert completo (ficou incompleto, como a sua 8ª sinfonia, mas é completo enquanto obra) interpretado pelos históricos Melos Quartet.
Há aqui duas brutais violações: 1) os Melo ainda estão felizmente vivos e têm direito a receber direitos de autor, pois ainda não passaram 50 anos desde aquela gravação. 2) os Melo têm direito a decidir quais cineastas podem usar as suas interpretações e tenho todas as dúvidas que eles deixassem este português "jovem talento" utilizá-las.
Desde que este português "jovem talento" se auto-intitula de "esquerda" tenho sérias dúvidas até que ponto eu estou interessado em ser da mesma esquerda que ele, que revela arrogância * para dar e vender, exactamente ao contrário dos verdadeiros criadores e génios genuínos. E fico-me por aqui pois não me apetece fazer crítica de cinema (ou daquilo que se faz passar como cinema quando não passa de uma mera ilustração - ou uma das infinitas possibilidades de ilustração - de uma obra musical genial interpretada por músicos geniais).
* evidentemente que a arrogância nem é de esquerda nem de direita: é da estupidez.
No entanto, um desses "jovens cineastas", não hesitou em usar um quarteto de Schubert completo (ficou incompleto, como a sua 8ª sinfonia, mas é completo enquanto obra) interpretado pelos históricos Melos Quartet.
Há aqui duas brutais violações: 1) os Melo ainda estão felizmente vivos e têm direito a receber direitos de autor, pois ainda não passaram 50 anos desde aquela gravação. 2) os Melo têm direito a decidir quais cineastas podem usar as suas interpretações e tenho todas as dúvidas que eles deixassem este português "jovem talento" utilizá-las.
Desde que este português "jovem talento" se auto-intitula de "esquerda" tenho sérias dúvidas até que ponto eu estou interessado em ser da mesma esquerda que ele, que revela arrogância * para dar e vender, exactamente ao contrário dos verdadeiros criadores e génios genuínos. E fico-me por aqui pois não me apetece fazer crítica de cinema (ou daquilo que se faz passar como cinema quando não passa de uma mera ilustração - ou uma das infinitas possibilidades de ilustração - de uma obra musical genial interpretada por músicos geniais).
* evidentemente que a arrogância nem é de esquerda nem de direita: é da estupidez.
