Onde cortar?
Pedro Pestana Bastos defende que não são precisos 230 deputados. 180 seriam suficientes, desde que se mantivesse o grau de proporcionalidade. Uma medida mais «simbólica», mas importante.
Conseguir-se-iam sim «grandes poupanças» com a reforma da organização territorial, «não através da redução de freguesias mas de mexidas nos 300 municípios nacionais. Na justiça, aponta a revisão do mapa judiciário e sugere alteraões na forma de gestão dos tribunais.
Paulo Guinote dá o exemplo da injeção de capital no Banif feita pelo Estado para dizer que «esses 1,1 mil milhões de euros são os cortes que se antecipam para a educação. Isso deve ser assumido como opção política». O setor financeiro ajudado pelo Estado e as despesas de funcionamento das PPP é que «aumentaram muito a dívida pública e causaram uma enorme derrapagem orçamental». Por isso, é aí que se deve cortar primeiro. «E há uma margem enorme para cortes».
Já Medina Carreira entende que «o Estado social está a ser tratado por amadores, que pegam nisto com tesoura de cabeleireiro». No programa Olhos nos Olhos, da TVI24, defendeu que «para salvarmos alguma coisa do Estado Social temos de lhe mexer com urgência. Antes de 2015». Ou em 2020 teremos o colapso. Os 4 mil milhões terão de ser «sobretudo nas pensões e subsídios, porque é onde se concentra o grande gasto. Saúde e educação são relativamente pouco pesadas face ao resto».
Conseguir-se-iam sim «grandes poupanças» com a reforma da organização territorial, «não através da redução de freguesias mas de mexidas nos 300 municípios nacionais. Na justiça, aponta a revisão do mapa judiciário e sugere alteraões na forma de gestão dos tribunais.
Paulo Guinote dá o exemplo da injeção de capital no Banif feita pelo Estado para dizer que «esses 1,1 mil milhões de euros são os cortes que se antecipam para a educação. Isso deve ser assumido como opção política». O setor financeiro ajudado pelo Estado e as despesas de funcionamento das PPP é que «aumentaram muito a dívida pública e causaram uma enorme derrapagem orçamental». Por isso, é aí que se deve cortar primeiro. «E há uma margem enorme para cortes».
Já Medina Carreira entende que «o Estado social está a ser tratado por amadores, que pegam nisto com tesoura de cabeleireiro». No programa Olhos nos Olhos, da TVI24, defendeu que «para salvarmos alguma coisa do Estado Social temos de lhe mexer com urgência. Antes de 2015». Ou em 2020 teremos o colapso. Os 4 mil milhões terão de ser «sobretudo nas pensões e subsídios, porque é onde se concentra o grande gasto. Saúde e educação são relativamente pouco pesadas face ao resto».
