“O inimigo não é Israel – está entre os árabes”

Já sem controlo sobre áreas estratégicas do país, incluindo metade de Aleppo, a maior cidade, e com grupos armados às portas da capital, Assad voltou a exigir que a oposição aceite um “plano de paz”, que inclui uma conferência de reconciliação nacional, eleições e uma nova Constituição, mas que, sobretudo, o mantenha no poder. As suas palavras, com referências a terroristas, conspiradores estrangeiros e à Al-Qaeda, evocaram, segundo comentadores na região, “os delírios” do coronel Khadafi antes de ser derrubado e morto, na Líbia, há dois anos.

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