Da incompetente e mediocre boyzada
O actual inspector-geral do Trabalho, José Luís Forte, vai deixar o cargo na Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). Ao abrigo do novo regime de nomeação para cargos dirigentes no Estado, foi aberto um concurso para o lugar que ocupa desde Maio de 2010, a que concorreu. Mas não passou no exame da Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (CRESAP) e ficou fora da lista final de três candidatos que foi apresentada à tutela.
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E mesmo na saída do cargo, Forte não escapa a acusações dentro do organismo público. O caso mais recente, que está a gerar apreensão no seio da ACT, é a nomeação para um cargo de chefia de uma técnica com seis meses de casa. Com um currículo profissional que é questionado pela restante hierarquia, a promoção é atribuída internamente à amizade que mantém com o inspector-geral.
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E mesmo na saída do cargo, Forte não escapa a acusações dentro do organismo público. O caso mais recente, que está a gerar apreensão no seio da ACT, é a nomeação para um cargo de chefia de uma técnica com seis meses de casa. Com um currículo profissional que é questionado pela restante hierarquia, a promoção é atribuída internamente à amizade que mantém com o inspector-geral.
